segunda-feira, 6 de julho de 2009

Ele tá chegando...



Estreia em 17 de julho (com pré-estreia em 15/07) o sexto filme da saga Harry Potter - Harry Potter e o Enigma do Príncipe.

Não é segredo pra ninguém que eu sou fissurada na história do bruxinho mais famoso de todos os tempos. Se o filme for tão bom quanto o sexto livro, será o melhor de todos até momento. O trailer, pelo menos, é sensacional.

Em Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Lorde Voldemort ameaça tanto o mundo dos Trouxas quanto o mundo dos bruxos, e Hogwarts já não é o local seguro de outrora. Harry suspeita que o perigo esteja dentro do castelo, mas Dumbledore está mais preocupado em preparar o bruxo para a batalha final que se aproxima rapidamente. Juntos, eles trabalham para superar as defesas de Voldemort. Para isso, Dumbledore recruta o velho amigo e colega Professor Horácio Slughorn, um inocente bon vivant com bons contatos no mundo da magia, pois acredita que ele possui informações cruciais.


Enquanto isso, os estudantes estão sob ataque de um tipo diferente de inimigo, já que os hormônios adolescentes se espalham pelo castelo. Harry se vê cada vez mais interessado em Gina, assim como Dino Thomas. E Lilá Brown decide que Rony é o namorado ideal, mas não esperava que os chocolates de Romilda Vane atrapalhassem seus planos! Já Hermione é tomada pelo ciúme, mas está decidida a não mostrar seus sentimentos. Romances surgem, mas um estudante segue isolado. Ele está determinado a deixar sua marca, mesmo que ela seja sinistra. O amor está no ar, mas a trágedia está no caminho, e Hogwarts pode nunca mais ser a mesma.


Elenco

Daniel Radcliffe … Harry Potter
Rupert Grint … Ronald Weasley
Emma Watson … Hermione Granger
Ralph Fiennes … Voldemort
Bonnie Write … Gina Weasley
Evanna Lynch … Luna Lovegood
James e Oliver Phelps … Fred e Jorge Weasley
Harry Melling … Duda Dursley
Natalia Tena … Ninfadora Tonks
Fiona Shaw … Petúnia Dursley
Richard Griffiths … Valter Dursley
Brendan Gleeson … Alastor “Olho-Tonto” Moody
George Harris … Kingsley Shacklebolt
Mark Willians … Arthur Weasley
David Thewlis … Remo Lupin
Maggie Smith … Professora Minerva McGonnagal
Julie Waters … Moly Weasley
Robert Rardy … Cornélio Fudge
Jason Isaacs … Lucio Malfoy
Helen McCorry … Narcisa Malfoy
Michael Gambon … Alvo Percival Úlfrico Brian Dumbledore
Tom Felton … Draco Malfoy
Jamie Waylett … Vicente Crabble
Josh Herdman … Gregório Goyle
David Bradley … Argo Filtch
Willian Melling … Nigel
Helena Bonham Carter … Belatriz Lestrange
Louis Cordice … Blásio Zabini
Freddie stroma … Córmaco McLaggen
Georgina Leonidas … Cátia Bell
Isabella Laughland … Liane
Anna Shaffer … Romilda Vane
Robert Knox … Marcus Belby
Jessie Cave … Lilá Brown


Elenco Técnico

Equipe técnica: David Barrom e David Heyman … Produtores

David Yates … Direção


As mudanças

1º Teremos cenas de Quadribol

2º Rony se tornará um “irreverente” herói nos esportes

3º Dois personagens ruivos (que não estavam no livro, e são crianças) foram contratados, e os papéis não-anunciados.

4º A cena do enterro de Dumbledore será curta, eles não querem explorar esse lado triste do livro, querem fazer algo alegre, lágrimas só nas “Relíquias da Morte” – A cena será incluída no filme, modificada, porém.



Pensamento do dia



O VALOR DAS COISAS NÃO ESTÁ NO TEMPO QUE ELAS DURAM, MAS NA INTESIDADE COM QUE ACONTECEM.

POR ISSO EXISTEM MOMENTOS INESQUECÍVEIS, COISAS INEXPLICÁVEIS E PESSOAS INCOMPARÁVEIS.

Fernando Pessoa


SILÊNCIO E LOUCURA



Palavras que tocam o coração,

São raios de luz numa madrugada,

Timbrados sons duma boca calada

Filhas de fértil imaginação.


Palavras que arranco do fundo da alma,

Que para a vida me servem de alento

E vão navegando ao sabor do vento,

Cortando ondas com máxima a calma.


Dias há que a tempestade perdura

E não consigo ver o fim da meta,

Porque vejo a vida muito obscura,

E, cada vez, se torna mais secreta.


No silêncio do homem, que é loucura,

Lutando com a loucura do poeta.


Por: José M. Raposo

Loucura




QUEM PODE DIZER, COM CERTEZA, A MEDIDA DA LINHA QUE SEPARA A RAZÃO DA LOUCURA...

TODOS NÓS TEMOS NOSSA COTA DE LOUCURA.

EU ACHO QUE EXCEDI A MINHA NOS ÚLTIMOS DIAS...


“Elogio da Loucura”


"Nada há de mais natural para a Loucura que soprar na trombeta da glória e entoar, em pessoa, os seus próprios louvores. Quem me descreveria com mais verdade, se ninguém me conhece melhor que eu próprio me conheço?"


A citação acima é do teólogo Erasmo de Rotterdam, em sua obra “Elogio da Loucura”.

Na faculdade de Jornalismo, eu tive aula, entre outras disciplinas, de Antropologia, Psicologia, Filosofia e Sociologia. Confesso que gosto bastate desses temas, por isso minhas notas sempre foram as mais altas da sala.

Esse texto de Rotterdam, em especial, foi explorado exaustivamente pelo professor Eulálio (um filósofo, diga-se de passagem, tão maluco quanto o próprio autor em questão). Em um viril e encantador ensaio sobre a Loucura, o teólogo realiza uma verdadeira jornada em favor da causa da “istultitia”, ou “moria”, ou tão simplesmente, a Loucura. Escrita a peça em uma viagem que Erasmo realizara entre a Itália e Inglaterra, nos momentos de descanso e relativa descontração, legou-a a seu amigo, o filósofo inglês Thomas Morus (segundo Erasmo, Morus equivale a “moria”, que é “loucura”, em latim).

Erasmo buscou realizar uma obra essencialmente descontraída e irreverente, não denotando o caráter sério dos seus contemporâneos filósofos e teólogos, que costumavam, no século XVI, escrever compêndios e peças literárias ou técnicas extremamente rebuscadas e rígidas. A erudição e vasta cultura do escritor e ensaísta roterdaniano é notável, e ultrapassa inclusive em brilho as possibilidades de muitos contemporâneos seus em tamanha capacidade figurativa, argumentativa e literária – talvez, por tais circunstâncias, o Elogio da Loucura nos tenha sido legado à posteridade com tamanha aprovação – em face da vigorosa habilidade de Erasmo em realizar uma obra de tal porte.

No ensaio, a Loucura perfaz um verdadeiro monólogo. Personificada, é a Loucura quem fala. Descreve-se a todos os momentos, ressaltando suas “qualidades” e fazendo uma verdadeira incursão histórica naquilo que, na linha do discurso construído, seriam fenômenos históricos provocados, manuseados e finalizados tão somente por ela, a Loucura.

Em cortantes e extravagantes imagens e simbolismos, a Loucura discursa e dá ao leitor da obra um verdadeiro passeio à mitologia grega, ao classicismo helênico e a muitos episódios do mundo antigo que, por razões literárias, têm marcado fortemente o modo de pensar a literatura e a própria cadeia moral, de condutas, de toda uma sociedade. Para a Loucura, a sabedoria é um fenômeno pejorativo, pois cansa, gera sofrimentos e amadurece o indivíduo de forma anormal. Sendo assim, a Loucura faz apelos incessantes ao homem para que este faça sua definitiva preferência à liberdade, ao prazer, à flexibilidade, à fuga dos valores tradicionais impostos por um sistema moral religiosamente rígido e complicado.

O contexto histórico de Erasmo certamente engendrou e contextualizou o Elogio da Loucura. Pouco após este ensaio, a Europa viveria a Reforma Protestante, e muitos valores tradicionais do dogmatismo religioso predominante viriam a ruir – o próprio Erasmo foi um dos precursores intelectuais desses movimentos de reforma, que culminariam em mudanças em toda estrutura de crenças e de condutas de uma sociedade, por séculos, e que se arrasta até hoje.

O Elogio da Loucura é um forte apelo à emotividade esquecida no classicismo greco-romano, um enaltecimento corajoso à libertação dos indivíduos de uma possível “opressão da razão” sobre os instintos mais naturais, uma visão romântica da Loucura em sua expressão mais jovial, como uma verdadeira deusa grega que impulsiona os indivíduos à suportabilidade da vida, ao ímpeto saudável as atitudes, à grande compaixão sobre a natureza humana.

Os contornos do ensaísta são obviamente humanistas, e o renascimento ganha contornos literários indeléveis nessa obra que é, sem sombra de dúvidas, um marco da literatura e da filosofia.


Recomeço



Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo,

qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.

Chico Xavier.

Começo, meio e fim

Eu amo essa música:

começo, meio e fim

roupa nova

Composição: Tavito - Ney Azambuja - Paulo Sérgio Valle

http://www.youtube.com/watch?v=CcFwQE3Zr80

A vida tem sons que pra gente ouvir
Precisa entender que um amor de verdade
É feito canção, qualquer coisa assim,
Que tem seu começo, seu meio e seu fim

A vida tem sons que pra gente ouvir
Precisa aprender a começar de novo.
É como tocar o mesmo violão
E nele compor uma nova canção

Que fale de amor
Que faça chorar
Que toque mais forte
Esse meu coração

Ah! Coração!
Se apronta pra recomeçar.
Ah! Coração!
Esquece esse medo de amar de novo.



sexta-feira, 3 de julho de 2009

Leite Derramado - Eu recomendo


Em seu romance Leite Derramado (Companhia das Letras, 2009), o cantor, compositor e escritor carioca Chico Buarque atinge o ponto alto de sua produção literária. Munido de prosa elegante, fluente e divertida, ele narra a saga dos Assumpção, família de elite liderada pelo moribundo Eulálio Montenegro d'Assumpção.

De seu leito de morte, em meio a delírios e devaneios, o protagonista relembra sua vida. O ponto central é seu amor possessivo e egoísta pela mulata Matilde, uma garota incrivelmente desejável com quem Eulálio se casa e vive uma relação corroída pelo ciúme. Paralelamente, Eulálio narra a saga de sua família, uma sucessão de calhordas que desembarca no Brasil nos tempos da corte portuguesa e atravessa as décadas comandando negócios escusos, fazendo quase tudo fora da lei e exibindo truculência para levar vantagem em tudo.

"Chico cutuca e devassa com olhar cortante as mazelas da vida brasileira: a desigualdade obscena; a promiscuidade público-privada; a subserviência colonizada; o preconceito velado pela cordialidade", aponta o cientista social Eduardo Gianetti em resenha do livro publicada na Folha de S.Paulo.

O cenário da trama é o Rio de Janeiro e o enredo dá vida a objetos e lugares que habitam as lembranças do autor, como vitrolas, colégios para moças, ritmos de época e o futebol.

Leite Derramado é o quarto romance de Chico Buarque. Os outros três são Estorvo (1991), Benjamim (1995), e Budapeste (2003).


Ficha técnica:


Título: Leite Derramado
Autor: Chico Buarque
Editora: Companhia das Letras
Edição: 1a. edição, 2009
Idioma: Português
Número de páginas: 200 páginas
Área: Literatura Brasileira
Preço: R$ 36,00 (Livraria da Folha)



"Escrever é uma chatice"- Chico Buarque na Flip


Ao contrário de mim e de muita gente, o maravilhoso compositor confessou hoje na Flip (Festa Literária Internacional de Paraty) que prefere ser leitor do que escritor. Difícil de acreditar que ele realmente pense assim, com tantas obras magníficas publicadas.

Na mesa mais aguardada da Flip deste ano, Chico Buarque e Milton Hatoum aproveitaram as semelhanças entre suas carreiras literárias e os traços em comum em seus mais recentes livros para dar ao público em Paraty um debate bem amarrado sobre lembrança, a tarefa de criar e a necessidade de ir a campo para escrever.

O mediador Samuel Titan Jr. lembrou que tanto Chico quanto o amazonense Hatoum têm quatro livros publicados e fizeram uma viagem memorial por cenários brasileiros nos seus recentes “Leite derramado” e “Órfãos do Eldorado”, respectivamente.

Os desafios no momento de colocar as ideias no papel também foram um dos focos da conversa entre os dois. Chico surpreendeu ao dizer que não sente tanto prazer no ato da escrita. "Eu escrevo muito devagar. Escrever é uma chatice. Gosto mais de ler do que de escrever", disse ele, que tem como protagonista de sua última obra um homem centenário cujas memórias fazem um retorno que atinge até a época da abolição da escravatura e da proclamação da República.

Ao colocar a leitura acima do ato de escrever, Chico Buarque revelou um de seus hábitos que ajudam na condução da trama a ser criada. "Todo dia, antes de começar a escrever, eu lia o meu livro desde o começo, de maneira que ele ficava todo na minha mão."
Hatoum, festejado escritor que explora o cotidiano e as histórias da região amazônica - como ele mesmo diz - de maneira universal, relatou justamente esse desafio na composição de seu "Órfãos do Eldorado".

"Eu queria que o mito se transformasse numa narrativa de ficção. O desafio foi transformar o relato mítico numa narrativa realista", afirmou Hatoum.

Quanto a necessidade de pesquisa para compor o cenário de seus livros, Chico Buarque lembrou alguns lugares do Amazonas que aparecem na obra de Hatoum e emendou com um comentário algo saudosista sobre o mundo pré-internet: "a imaginação já não existe mais, agora tudo está no Google".

Em um momento mais entusiasmado sobre o presente, o cantor e escritor saudou o escritor de quadrinhos Lourenço Mutarelli, elogiando seu primeiro romance. "Quando li 'O cheiro do ralo' eu pensei: isso aqui é muito novo, isso é muito bom. Só podia ser um livro escrito por um quadrinista. É muito bom que ele tenha trazido isso para a literatura.", afirmou Chico.

E ainda provocou o mundo da literatura brasileira por reclamar da concepção de que a música popular é uma espécie de prima pobre dos livros. "Eu não concordo. Não sei se Guimarães Rosa é mais importante do que João Gilberto. Não sei."

A plateia - que não reagiu ao comentário literatura x música popular - não manifestou a histeria normalmente vista em seus shows. Sem gritinhos - ou no máximo suspiros contidos - o Chico Buarque escritor foi deixado em paz.
Fonte: Globo.com

Obrigada


Passei uma semana sem escrever aqui. Tive fortes motivos que me levaram a não ter mais vontade de escrever. Não vou falar sobre eles aqui, embora os amigos mais chegados saibam. Só posso dizer que foi algo muito sério. Mas Deus e os médicos se encarregaram do problema e agora está tudo bem novamente. E a vida vai retomando seu curso...
Gostaria muito de agradecer a todos que estiveram ao meu lado nesses dias. Mais uma vez confirmei que a FÉ é maior e mais poderosa do que qualquer outra coisa e que independe de religião.
OBRIGADA!!!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

A maldade



A maldade humana é algo que me assunta muito. Se é que é possível chamar de humano alguém que machuca e fere outro ser humano.


É muito difícil não ter ódio no coração numa hora dessa. Mas a melhor saída é colocar nas mãos de Deus. Orar e pedir que Ele tenha compaixão dessas criaturas que vivem nas trevas.


Meu coração está triste demais para escrever.

sexta-feira, 26 de junho de 2009





Dicas para o Fim de Semana - Festa Junina



Quem ainda não curtiu um arraiá esse ano, é melhor correr, já que em muitos lugares este será o último final de semana da temporada das fogueiras e comidas e bebidas típicas. Uma boa dica é a Festa Junina da Igreja do Calvário.

Localizada no bairro de Pinheiros, entre os barzinhos efervescentes da Vila Madalena e as baladas e casas noturnas da zona sul, a Igreja do Calvário traz uma quermesse tradicional que agrada a adultos, jovens e crianças. Todos os anos, passam pela festa uma média 3 mil pessoas por dia.

Além das tradicionais barracas como a Portuguesa, Italiana, Quentão e Vinho Quente, Doces, Churrasco e Pastel, há ainda Yakissoba, Tempurá, Acarajé e Bacalhau na Brasa. Para a criançada, haverá Pesca, Boliche, Piscina de Bolinha, entre outras. Além de atrações musicais com duplas de música sertaneja e forró.

A festa acontece até 6 julho - sábados das 17h às 24h e domingos das 17h às 23h. A Igreja do Calvário está localizada na Rua Cardeal Arcoverde, 950 - esquina com Henrique Schaumann, em Pinheiros. Tel.: (11) 3085-1307. Ingressos: R$ 5. Toda a renda arrecadada é para custear os serviços da comunidade.


MAIS ARRAIÁ EM SAMPA:


Festa Junina do Clube Pinheiros

Como em todos os anos, a festa oferece barracas de comida, jogos e shows como Chitãozinho e Xororó (27/6), Peixelétrico (28/6) e Bicho de Pé. De 26 a 29 de junho; sexta, das 19h às 2h; sábado, das 11h30 às 2h e domingo, das 11h30 às 20h30. Clube Pinheiros: Rua Tucumã, 600, tel.: (11) 3598-9700. Ingressos de R$ 20 a R$ 35.


Paróquia Nossa Senhora da Consolação

A festa oferece barracas de comida típicas, jogos e quadrilha das crianças da catequese da Igreja. Até 29 de junho, sábados e domingos, a partir das 18h. Rua da Consolação, 585, tel: (11) 3256-5356. Grátis.


Paróquia Nossa Senhora da Candelária

Na festa da Vila Maria, zona norte de São Paulo, há barracas de comidas e doces típicos, pescaria e um parque para as crianças. Até 29 de junho, sábados e domingos, das 18h às 22h30. Paróquia Nossa Senhora do Calvário: Pça. Nossa Senhora da Candelária, 1, tel: (11) 2954-3566. Grátis.


Festa Junina da Paróquia de São Rafael

Durante o mês de junho, na Mooca, acontece a 38º Festa Junina da Paróquia de São Rafael. Com barracas de comidas típicas juninas, as famílias podem se divertir nas tendas de jogos e apresentações musicais. Como não podia deixar de ser, a festa na Mooca tem um toque italiano: algumas barracas que oferecem pizza e macarronada. O dinheiro das barracas é revertido para instituições que prestam ajuda à comunidade da região. Até 29 de junho. Sábados e domingos, das 19h30 às 24h. Paróquia de São Rafel: Largo de São Rafael, s/nº, tel.: (11) 2292-4528. Grátis.


Festa Junina da Portuguesa

Barracas de comida, jogos e shows de Latino (28/6) e Inimigos da HP (29/6). Mais informações aqui. Até 29 de junho, sábados e domingos, das 19h à 1h. Portuguesa-Canindé: Rua Comendador Nestor Pereira, 33, tel.: (11) 2125-9400. Ingressos: de R$ 10 a R$ 20.


Festa Junina do Sesc Itaquera

Apresentações de música, teatro, dança, exposições temáticas e barracas de comida. Festa Junina faz homenagem ao escritor mineiro Guimarães Rosa. Mais informações aqui. Até 29 de junho, sábados e domingos, das 15h às 21h. Sesc Itaquera: Avenida Fernando Espírito Santo Alves de Mattos, 1000, tel.: (11) 6523-9200. Ingressos: R$ 2 a R$ 6.


As Panteras


Outra que nos deixou esta semana foi a atriz Farrah Fawcett, a eterna pantera loira do seriado americano As Panteras. Uma mulher deslumbrante, que lutou bravamente até o final de seus dias contra um câncer no reto.

Nascida no Texas em 2 de fevereiro de 1947, Farrah, cujo nome verdadeiro é Ferrah Leni Fawcett, estudou microbilogia na Universidade do Texas, mas sempre quis ser atriz. Estreou na televisão em 1965 na série Jeannie é um Gênio. Nos anos seguintes, participou de The Flying Nun (1967) e The Partridge Family (1970). Em 1968, a atriz conheceu o ator Lee Majors. Eles oficializaram a união em julho de 1973.

O grande sucesso veio após ser convidada pelo produtor Aaron Spelling para atuar no seriado As Panteras(Charlie Angel's), em 1976, ao lado de Kate Jackson e Jaclyn Smith.

Para quem não se lembra do seriado (mil vezes melhor do que os dois filmes piegas lançados mais recentemente), segue abaixo um pequeno resumo.




Charlie's Angels

As Panteras


Sabrina Duncan (Kate Jackson), Jill Munroe (Farrah Fawcett) e Kelly Garrett (Jaclyn Smith) são três belas detetives. Elas saíram da academia de polícia como as melhores da turma, mas acabaram indo trabalhar na agência de detetives do misterioso Charlie Townsend. Para quem ainda não se ligou, estas são as “Anjinhas do Charlie”, ou As Panteras, como são mais conhecidas aqui no Brasil.

David Doyle era John Bosley, o sempre amigo e confiável chefe das detetives e o homem que comandava a agência de Charles Townsend, vivido por John Forsythe. O rosto de Charlie nunca aparecia, somente sua voz, através de um aparelho.

Desde sua estréia, As Panteras foi sucesso estrondoso. Da noite para o dia, as três belas detetives conquistaram os EUA e, logo em seguida, o resto do mundo. De repente podia-se ver As Panteras estampadas em figurinhas de chiclete, pôsteres, lancheiras, revistas (inclusive capa da Time), bonecas e uma infinidade de produtos.

O sucesso do seriado de TV criado por Ivan Goff e Ben Roberts durou vários anos, mas o primeiro trio de atrizes só ficou unido até a temporada 1977-78, quando Farrah Fawcett (na época usando Majors em seu sobrenome, por estar casada com o ator Lee Majors) foi substituída por Cheryl Ladd, que fez a irmã de Jill, Kris Munroe.

A carreira de Farrah foi instantaneamente alavancada com o lançamento da série e de seu famoso “pôster do maiô”, que vendeu milhões de cópias. Todos corriam atrás de sua foto, e seu pôster aparecia em todos os lugares, até mesmo no filme “Os Embalos de Sábado À Noite” ( Saturday Night Fever). Mas Farrah não estava contente com a direção que sua personagem estava tomando e, após receber inúmeras propostas, decidiu deixar a série no final da primeira temporada. Sua saída chocou o público e os produtores, Aaron Spelling e Leonard Goldberg, que a processaram por quebrar o contrato de cinco anos que ela havia assinado com eles.

Em junho de 1979, foi a vez de Kate Jackson também sair da série, sendo substituída por Shelley Hack, que fez Tiffany Welles. Shelley foi substituída depois por Tanya Roberts (vivendo Julie Rogers).

Apesar da fama de Farrah Fawcett – que depois do seriado tornou-se um dos nomes mais conhecidos da década de 70 – a verdadeira estrela do show era (ou ao menos deveria ser) Kate Jackson, que ganhava dez mil dólares por semana (o dobro do que Farrah recebia). Sua personagem Sabrina era a mais esperta e a que tinha maior habilidade para se disfarçar e mudar de voz. Kelly era a mais calma e calculista e Jill era a sedutora. Das outras panteras, Kris era mais esperta que sua irmã Jill. Já Tiffany era a mais engraçada e Julie tinha um jeito especial.

O primeiro episódio foi ao ar em março de 1976 nos EUA, com Kate Jackson, Farrah Fawcett, Jaclyn Smith, David Doyle, Diana Muldaur, Bo Hopkins, David Ogden Stiers e Tommy Lee Jones.

Charlie's Angels é um marco na história da TV, não só por causa do imenso sucesso que fez como também por ter sido a primeira vez em que a atriz Kate Jackson ganhou um papel de destaque. Curiosamente, depois da série, nem Kate nem as outras protagonistas conseguiram sucesso, e fizeram apenas trabalhos obscuros para a TV e alguns para o cinema. Farrah ainda teve um ou dois papéis reconhecidamente bons, mas a grande maioria não representou muito.

No Brasil, a série estreou em março de 1977 e permaneceu até 1981, quando o último episódio, “Deixe Nossa Pantera Viver”, foi exibido em novembro daquele ano. Nos EUA esse episódio havia sido exibido cinco meses antes, finalizando assim a série.

A inabalável qualidade do seriado pode ser determinada pelo fato de que mesmo após as sucessivas trocas das atrizes, ele não perdia o pique e ainda mantinha sua força diante do público. Talvez Jaclyn Smith merecesse agradecimentos especiais por ter permanecido no programa durante todas as cinco fases, e Cheryl Ladd por ter provado seu talento nos últimos quatro anos da série.

Caso os marmanjos de plantão não se lembrem, Jill (Farrah Fawcett) deixou a agência de Charlie para ir para a Europa e se tornar uma campeã das corridas de carro. Mas ela voltou para ver sua irmã e suas ex-colegas de trabalho em seis episódios, no final da temporada 1978-79, que representa o auge da série por apresentar as quatro Charlie’s Angels juntas! E assim elas formaram o melhor time de detetives já visto na TV.

Seja feliz



Tudo tem um começo, um meio e um fim...

Não tem como fugir dessa realidade.

Por isso, cada segundo da vida é precioso e não volta mais.

Não os desperdice com coisas pequenas ou sem sentido.

VIVA INTENSAMENTE E NÃO SE ESQUEÇA DE SORRIR!!!


Don't stop 'til you get enough



Essa é imortal:


Don't Stop 'til You Get Enough
(Michael Jackson)



Lovely is the feelin' now
Fever, temperatures risin' now
Power (ah power) is the force the vow
That makes it happen
It asks no questions why (ooh)
So get closer (closer now) to my body now
Just love me 'til you don't know how (ooh)


Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough


Touch me and I feel on fire
Ain't nothin' like a love desire (ooh)
I'm melting (I'm melting) like hot candle wax
Sensation (ah sensation) lovely where we're at (ooh)
So let love take us through the hours
I won't be complanin'
'Cause this is love power (ooh)


Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough (Ooh)


Heartbreak enemy despise
Eternal (ah eternal) love shines in my eyes (ooh)
So let love take us through the hours
I won't be complanin' (no no)
'Cause your love is alright, alright


Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough


Lovely is the feeling now
I won't be complanin' (ooh ooh)
The force is love power


Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough
Keep on with the force don't stop
Don't stop 'til you get enough


Ele se foi...


To muito triste com a morte do
Michael Jackson. Ele foi o grande ídolo da minha geração. Suas músicas e sua dança embalavam os nossos "bailinhos de fundo de quintal".

Como bem disse a minha irmã Cida, hoje pela manhã: "namorei muito ao som dele". Ben e outros hits desse magnífico artista eram presenças certas nos walkmans da galera da minha época. Da mesma forma que será impossível esquecer o álbum Thrilher. Me digam uma única pessoa que nunca tentou fazer o passinho pra trás, marca registrada de MJ; a calça pula-brejo, os sapatos de vernis, as luvinhas, o óculos estilo Rayban... enfim, sua irreverência marcou fundo toda uma geração.

Michael Jackson foi único. Sua obra e sua arte viverá para sempre nas nossas lembranças. Pelo menos nas dem quem, como eu, viveu o auge de sua carreira, nos anos 80. "Morre o artista, mas não o ídolo".



quinta-feira, 25 de junho de 2009

Doenças da tireóide


Faz tempo que eu não posto matérias de saúde aqui, então hoje quero falar de uma doença que é bastante comum, especialmente nas mulheres, e que afeta uma série de outras funções do nosso organismo: o hipotireoidismo (diminuição de funcionamento da tireóide; falta de tireóide, tireóide cansada).


Primeiro, vamos entender o que é e Tireóide:


A tireóide é uma glândula localizada na região anterior do pescoço, logo abaixo do "pomo de Adão".

Lembra a forma de uma borboleta, sendo as "asas" chamadas de lobos (direito e esquerdo) e a parte central chamada de istmo da tireóide.

Esta importante glândula tem a função de produzir hormônios essenciais ao funcionamento normal do organismo, agindo sobre praticamente todos os órgãos. Os principais hormônios produzidos são chamados de T3 e T4.


As doenças que podem afetar a tireóide são relativamente comuns, sendo as principais:

Ø Bócio: aumento generalizado do tamanho da tiróide.

Ø Nódulo da Tireóide: aumento localizado na glândula.

Ø Neoplasias: são os tumores benignos ou malignos.

Ø Alterações Hormonais: sendo os principais:

Hipotiroidismo: diminuição da produção hormonal.

Hipertiroidismo: aumento da produção hormonal.


Importante ressaltar a presença de 4 a 6 pequenas estruturas localizadas atrás da tireóide. Estas estruturas são chamadas de glândulas paratireóides, responsáveis pela produção de um hormônio denominado paratormônio - PTH, sendo um dos reguladores do metabolismo do cálcio no organismo.


O HIPOTIREOIDISMO


O que é?

Conjunto de sinais e sintomas decorrentes da diminuição dos hormônios da tireóide.

Como se desenvolve?

É um quadro clínico que ocorre pela falta dos hormônios da tireóide em decorrência de diversas doenças da tireóide.


No recém-nascido, as causas mais frequentes envolvem:

Ø Falta de formação da glândula tireóide (defeitos embrionários)

Ø Defeitos hereditários das enzimas que sintetizam os hormônios

Ø Doenças e medicamentos utilizados pela mãe que interferem no funcionamento da glândula da filho


Em adultos, a doença pode ser provocada por:

Ø Doença autoimune (tireoidite de Hashimoto)

Ø Após cirurgia de retirada da tireóide por bócio nodular ou neoplasia

Ø Por medicamentos que interferem na síntese e liberação dos hormônios da tireóide (amiodarona, lítio, iodo)

Ø Mais raramente, por bócio endêmico decorrente de deficiência de iodo na alimentação


O que se sente?

No recém-nascido, ocorre:

Ø Choro rouco

Ø Hérnia umbelical

Ø Constipação

Ø Apatia

Ø Diminuição de reflexos

Ø Pele seca

Ø Dificuldade de desenvolvimento


Se o paciente não receber tratamento adequado até a quarta semana de vida, pode ocorrer retardo mental severo, surdez e retardo no desenvolvimento de peso e altura.


Na criança, a doença pode provocar déficit de crescimento associado à:

Ø Pele seca

Ø Sonolência

Ø Déficit de atenção

Ø Constipação

Ø Intolerância ao frio

Ø Apatia


No adulto, os sintomas são de:

Ø Intolerância ao frio

Ø Sonolência, constipação

Ø Inchumes nas extremidades e nas pálpebras

Ø Diminuição de apetite

Ø Pequeno ganho de peso

Ø Fraqueza muscular

Ø Raciocínio lento

Ø Depressão

Ø Cabelos secos, quebradiços e de crescimento lento

Ø Unhas secas, quebradiças e de crescimento lento

Ø Queda das pálpebras

Ø Queda de cabelos


A doença predomina no sexo feminino, no qual ocorre também irregularidade menstrual, incluindo a cessação das menstruações (amenorréia), infertilidade e galactorréia (aparecimento de leite nas mamas fora do período de gestação e puerpério).


Quando a doença tem causa autoimune (tireoidite de Hashimoto) pode ocorrer vitiligo e associação com outras moléstias autoimunes:

Ø Endócrinas (diabetes mellitus, insuficiência adrenal, hipoparatireoidismo)

Ø Sistêmicas (candidíase, hepatite autoimune)


Como o médico faz o diagnóstico?

No recém-nascido, deve ser realizada a triagem neonatal através da dosagem de T4 ou TSH em papel filtro. Se essas dosagens forem alteradas, o exame deve ser confirmado com os mesmos procedimentos no sangue e, se alterados, iniciar de imediato o tratamento.

No adulto, o diagnóstico é estabelecido pelas dosagens de T4 e TSH, e se os mesmos estiverem alterados (T4 baixo e TSH elevado), deve ser buscada a causa do problema por meio da pesquisa de anticorpos antitireoperoxidase (anti-TPO), antimicrossomais ou antitireoglobulina, que demonstrarão a causa autoimune do distúrbio. Em pacientes com cirurgia prévia, além dos anticorpos, pode ser realizada também a pesquisa do resíduo de tecido tireóideo remanescente, por meio da ultrassonografia ou da cintilografia de tireóide. Deve ser também analisado o perfil lipídico do paciente, uma vez que ocorre severa dislipidemia associada ao estado de hipotireoidismo.


Como se trata?

O tratamento de todas as formas de hipotireoidismo é realizado com Tiroxina (T4) em doses calculadas de 1,6 a 2,2 microgramas por Kg de peso corporal no adulto e de 3 a 15 microgramas por kg de peso corporal, dependendo da idade do paciente. O controle do tratamento é realizado pela dosagem de TSH, que deve se manter sempre normal. Nos pacientes dislipidêmicos devem ser monitorizados também os níveis de colesterol e triglicerídeos.


Como se previne?

Os casos que ocorrem após a cirurgia de retirada da tireóide, por bócio nodular ou neoplasia, podem ser prevenidos por meio de cirurgia adequada, no momento em que a mesma é indicada para o tratamento de bócio. Nas demais situações, pode ser realizado um diagnóstico precoce, porém prevenção primária não é disponível.

(Fonte ABC da Saúde)


Escolha vai muito além do desejo


Pesquisar e trocar ideias com profissionais ajudam a acertar na escolha do curso e da instituição de ensino

Por Márcia Vilas Boas


Ao escolher a área de formação ou o curso no qual pretende ingressar – seja de graduação, seja profissionalizante –, é tentador para o estudante considerar apenas seus desejos e suas habilidades pessoais. Mas uma boa dose de racionalidade é fundamental, já que ele estará prestes a investir tempo e recursos financeiros na construção de uma carreira.

Pesquisar o mercado para verificar o nível de aceitação da profissão escolhida, a média salarial e as condições de trabalho já é um bom começo. Também vale a pena conversar com profissionais que já atuam na área e poderão dar uma visão mais realista do dia a dia da carreira.

A mesma prática deve ser adotada para selecionar o curso mais adequado. O ideal é conversar com estudantes prestes a se formar e com professores, além de avaliar questões como preço das mensalidades, horário das aulas e custos extras, com transporte e material exigido, por exemplo.

Já a avaliação das instituições de ensino que oferecem o curso desejado deve considerar aspectos como a infraestrutura colocada à disposição dos alunos – bibliotecas, laboratórios, condições das salas de aulas – assim como a qualidade do corpo docente. Se o curso for profissionalizante, deve-se avaliar ainda o número de pessoas por turma durante os treinamentos, se há monitores treinados para acompanhar as equipes e, principalmente, se o curso é certificado e reconhecido pelo Ministério da Educação.


Fluência em idiomas é fundamental



Conhecimento de línguas estrangeiras é essencial para alcançar boas posições no mercado de trabalho

Por Márcia Vilas Boas

Antes considerada um diferencial, a fluência em outros idiomas é hoje um pré-requisito para quem busca altos cargos, em qualquer área do mercado de trabalho. Com a globalização, as fronteiras entre os países ficaram cada vez mais fluídas e a capacidade de se comunicar em diferentes línguas é essencial para conquistar parceiros comerciais. As grandes empresas realizam negócios com companhias de diversas partes do mundo e a falta de conhecimento em idiomas pode ser uma barreira para os profissionais.

O inglês continua sendo o mais exigido pelas organizações, mas o domínio de um segundo idioma pode fazer a diferença na disputa por uma vaga no mercado corporativo. Dessa forma, os profissionais devem procurar cursos voltados às suas necessidades, que atendam aos requisitos de sua área de especialização.

Para aperfeiçoar continuamente o conhecimento, é necessário manter-se sempre em contato com o idioma. Ler periódicos em língua estrangeira, assistir a filmes sem legenda, além de participar de cursos de conversação são boas escolhas. E é importante, ainda, buscar informações sobre os costumes e hábitos dos outros países para uma completa imersão em outras culturas.

Mais perto da graduação...



PROGRAMAS FACILITAM A FORMAÇÃO

Por Márcia Vilas Boas


ProUni apoia estudantes com a concessão de bolsas de estudos, e FIES por meio do financiamento da graduação


Quem sonha ingressar no ensino superior, mas esbarra na falta de recursos financeiros, tem dois grandes aliados: o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Programa de Financiamento Estudantil (FIES).

O primeiro, criado em 2004, concede bolsas de estudos integrais e parciais a estudantes de cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas. Para candidatar-se, o interessado deve ter renda familiar de até três salários mínimos por pessoa, e enquadrar-se em uma das seguintes condições: ter cursado o Ensino Médio completo em escola pública ou em escola privada com bolsa integral da instituição; ter cursado o Ensino Médio parcialmente em escola pública e parcialmente em escola privada com bolsa integral da instituição; ser portador de deficiência; ser professor da rede pública de ensino básico, em exercício, integrando o quadro permanente da instituição, e estar concorrendo a vaga em curso de licenciatura, normal superior ou Pedagogia. Neste caso, a renda familiar por pessoa não é considerada. Para saber mais sobre o ProUni, basta acessar a área destinada a estudantes no portal do MEC: (http://portal.mec.gov.br/).

Já o FIES, criado em 1999 para substituir o Programa de Crédito Educativo, é destinado a financiar a graduação de estudantes regularmente matriculados em instituições não gratuitas, cadastradas no programa e com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC. Diferentemente do ProUni, o FIES é um financiamento concedido mediante assinatura de Contrato de Abertura de Crédito pelo estudante ou responsável legal com a Caixa. Os pagamentos ocorrem em três etapas: durante a utilização do financiamento (período de estudos), o estudante paga, a cada três meses, parcelas de juros limitadas ao valor máximo de R$ 50,00; nos 12 primeiros meses, com um período de carência de seis meses após a fase de utilização, o estudante paga prestações mensais em valor equivalente à parcela que não era financiada pelo FIES no último semestre em que utilizou o financiamento (essa etapa poderá ser antecipada por iniciativa do estudante ou inobservância das condições do financiamento); o saldo devedor é parcelado em até uma vez e meia o período de utilização do financiamento, sendo o valor das parcelas calculado pela Tabela Price. Mais informações sobre o FIES estão disponíveis no site da Caixa Econômica Federal: (http://www3.caixa.gov.br/fies/FIES_FinancEstudantil.asp).


MEC quer substituir vestibulares por Enem


O Ministério da Educação elaborou proposta de mudança para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que substituiria o vestibular nas 55 universidades federais e nas instituições estaduais que os adotarem. O novo modelo seria composto por uma prova com 200 questões de múltipla escolha e uma redação, e seria aplicado em dois dias (atualmente, o Enem tem 63 questões e uma redação). As questões seriam divididas em quatro grupos: linguagens (incluindo português, inglês e a redação), matemática, ciências humanas e ciências da natureza.

Pelo novo formato proposto pelo MEC, os candidatos poderão concorrer a todas as vagas ofertadas pelas instituições que aderirem ao sistema. Após receber o resultado de sua prova no Enem, o aluno poderia listar até cinco cursos, nas instituições de sua preferência (também limitado a cinco) e concorrer com os demais candidatos do País. Neste caso, a nota de corte seria determinada pela concorrência. Ou seja, se mais alunos com notas altas concorrerem a um determinado curso, a nota de corte seria mais alta.

A proposta foi submetida à avaliação da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e, posteriormente, dos reitores das universidades federais, que estão praticamente convencidos da necessidade de alterar o vestibular, unificando os processos seletivos em um formato Enem ampliado e aprimorado. Mas ainda há objeções à proposta do MEC, entre elas relacionada à segurança da prova. Apesar de não ter havido violação de segurança em dez anos de Enem, os reitores lembram que, se houver problemas com a prova em uma cidade, serão cancelados os vestibulares de todo o País.