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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Homem só paga a conta para mulher bonita, diz pesquisa

Quanto mais bonita ele te achar, mais estará disposto a gastar no encontro, sabia? Foto: Danilo Borges

O assunto é pauta em vários manuais de conquista, mas ainda há dúvidas: quem deve pagar a conta (principalmente no primeiro encontro)? Pesquisadores da Universidade de St. Andrews, na Escócia, descobriram que há um ponto determinante nessa hora: a aparência. Vai vendo! De acordo com o estudo, quanto mais bonita o homem te achar, mais ele estará disposto a gastar com o encontro. E essa conclusão foi tirada de uma pesquisa onde as pessoas estavam sem maquiagem, com roupas comuns e não estavam pensando nem no preço do cardápio nem no emprego que tinham.

Mas não pense que isso funciona só com o sexo oposto. O estudo mostrou que da nossa parte, quanto mais atraente a gente achar que o homem é, mais esperamos que ele pague a conta. E, se ele se considera o gatão do pedaço, pode ser que ache que a obrigação de pagar a conta seja sua. Já conheceu homem que se acha a última bolacha do pacote em dia de TPM? Pois é! Esse é o preço por saímos com caras supervalorizados. Talvez por isso, aqueles que achamos mais "feinhos" sejam mais educados ou simpáticos.

Por via das dúvidas, mostre que você é uma mulher moderna e ofereça-se, ao menos, para dividir a conta. Agora, se ele insistir um pouquinho, que mal há em deixar que ele pague pelos seus bons drinks, hein?

Fonte: Site Corpo a Corpo

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Quando ela geme, é ele quem chega ao orgasmo


Estudo inglês indica que mulheres usam seus gemidos para acelerar o clímax masculino


O senso comum diz que, na hora do sexo, a mulher geme porque está prestes a chegar ao orgasmo. Respiração ofegante, palavras de incentivo e até gritinhos parecem indicar muito prazer. Pelo menos é desta forma que o momento do orgasmo é retratado nos filmes. Mas um estudo inglês publicado no periódico Archives of Sexual Behavior defende que a realidade não é bem assim. O gemido feminino seria um recurso de controle sobre a ejaculação do parceiro.

Participaram do estudo 71 mulheres sexualmente ativas, com idades entre 18 e 48 anos, e que declararam já terem alcançado o orgasmo pelo menos uma vez. Elas responderam um questionário sobre suas experiências com orgasmo e sobre os sons que emitiam durante o sexo: valiam tanto os gemidos quanto sussurros, palavras e frases faladas na hora da transa.

Apesar de os pesquisadores Gayle Brewer, da Universidade de Central Lancashire, e Colin A. Hendrie, da Universidade de Leeds, constatarem que é mais comum as mulheres chegarem ao orgasmo com masturbação, carícias e sexo oral, não é na fase das preliminares que elas gemem mais, e sim durante a penetração.

Oitenta por cento das mulheres participantes do estudo declararam gemer durante o sexo mesmo quando sabem que não estão nem perto do orgasmo. A conclusão dos pesquisadores é a seguinte: os gemidos e sussurros seriam usados para manipular o comportamento do parceiro e fazê-lo ejacular mais rápido. Satisfeitas ou não, 66% afirmaram que usam conscientemente os gemidos com a finalidade de acelerar a ejaculação do parceiro – falta de paciência, de tempo ou incômodo estão entre os motivos mais comuns.

Além disso, 92% delas disseram que sentem que a autoestima do homem fica fortalecida quando elas gemem durante o sexo, e 87% declararam que usam os gemidos com a finalidade de deixar o homem se sentindo bem na transa. Assim, contentando plenamente o parceiro na cama, elas estariam mais seguras na relação. Os pesquisadores encontraram um comportamento semelhante ao dos seres humanos nos macacos, que também têm a ejaculação relacionada à intensidade e velocidade dos sons que as macacas emitem enquanto os bichos cruzam. Tanto no mundo animal quanto entre os humanos, quando a fêmea geme, quem chega ao orgasmo é o macho.

(Fonte: IG)

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Você é um Dependente Afetivo?


Ainda falando sobre dependência afetiva, encontrei um texto bem interessante, da psicóloga Sirley Bittú. Segundo ela, há pessoas que se arrepiam só com a possibilidade de ficar dependente de alguém ou alguma coisa, passam a vida lutando contra isso, e algumas vezes tornam-se onipotentes, distantes e sós. E há pessoas que tremem apenas com a ideia de dependerem principalmente de si mesmo; confundem individualidade com solidão, abandono e rejeição. São as duas faces da mesma moeda, os primeiros temem se envolver e perder a individualidade e o outro extremo teme tê-la. Na verdade, ambos acreditam que a autonomia e a capacidade de cuidar de si, tomar as próprias decisões, fazer escolhas, está fora de seu controle, ou melhor, fora de si.

A DEPENDÊNCIA AFETIVA é um estado de imaturidade que faz parte do processo natural de desenvolvimento humano, ou seja, nascemos totalmente dependentes, tanto física como afetivamente. Com nossas vivências e experiências vamos evoluindo de forma gradativa buscando nossa independência emocional.

Algumas vezes temos clareza de nossas dificuldades, então nos restam, pelo menos, duas saídas: enfrentá-las e superá-las ou, como costumo dizer, dar a volta no quarteirão. Mas nem sempre a dependência afetiva é consciente.

Uma pessoa é dependente afetivamente quando sua autonomia está prejudicada, ela precisa de algo ou alguém para sentir-se segura e tranquila, nas mais diferentes decisões em sua vida, desde as mais simples como decidir que roupa vai usar, por exemplo, ou até as mais difíceis, como que profissão escolher... se muda de emprego ou não... se continua namorando ou não, se casa ou não... enfim, inúmeras situações onde está implícita uma escolha.

Você que está lendo, deve estar se perguntando: ...mas todos nós não gostamos de uma opiniãozinha às vezes? Sim, é verdade, pedir a opinião de alguém sobre algo não o torna dependente afetivo. A diferença está quando você depende realmente dessa opinião e não consegue seguir o seu desejo se ele não for aprovado, se não houver o aval de alguém.

O objeto de dependência entra na vida da pessoa como uma muleta, ocupa um espaço vazio. A dependência pode ser de uma pessoa específica, uma droga, uma atitude de carinho, uma palavra amiga, ou mesmo de alguém que lhe possa ouvir ou dizer o que se deve fazer.

Na verdade, essas pessoas ou objetos têm uma única função para o dependente afetivo: dar a sensação de segurança que ele precisa para suportar problemas, tensões e dificuldades pessoais e/ou sociais. A questão é que a segurança não está nas relações que fazemos, não é algo que vem de fora, mas sim algo que existe ou não dentro de nós. Nossa segurança e autoestima são os reguladores de nossa maturidade emocional.

Jacob Levy Moreno, quando criou o Psicodrama, partia do princípio que o ser humano é um ser social, influencia e é influenciado todo o tempo. No Psicodrama dizemos que toda a saúde e doença emocional nasce nas relações, ou seja, são aprendidas durante o desenvolvimento através dos modelos que recebemos, primeiramente por nossa família de origem e secundariamente através das demais relações que vivenciamos durante a vida.

Nos primeiros anos de vida necessitamos da confirmação de nossas atitudes, da certeza de que nosso comportamento está sendo aceito pelas pessoas que amamos. Com o nosso desenvolvimento emocional, passamos a desejar e não mais necessitar dessa aprovação. Aprendemos a nos relacionar com o mundo pelas regras que recebemos em nossa família. A criança é espontânea e criativa por natureza, ninguém nasce culpado em ser espontâneo. A dependência afetiva muitas vezes nasce e é sustentada por problemas no relacionamento familiar, pelos conflitos pessoais, pela sensação de rejeição e de não ser aceito.

Certa vez recebi em meu consultório uma jovem de 22 anos, vou chama-la aqui de Joana. Joana veio para a psicoterapia porque tinha muitas dificuldades afetivas, era brilhante aluna, fazia faculdade e tinha ótimas notas, mas tinha dificuldade de arrumar namorado, era introvertida, sentia-se feia e sem graça. Joana tinha uma grande amiga de quem falava muito. Estava sempre contando como sua amiga se saía bem com os rapazes e tinha várias paqueras, mas em compensação tinha péssimas notas, dependia de suas colas para passar de semestre. Durante o processo terapêutico, Joana percebeu que cada uma desempenhava um papel na relação, ou seja, uma cuidava dos estudos e a outra arrumava amigos e namorados, funcionavam como se fossem uma única pessoa.

Apesar de nunca ter percebido até então esse trato, era difícil vencé-lo, mesmo porque Joana não acreditava que pudesse ser alguém interessante, ou mesmo algum dia se sentir bonita. Nesse exemplo, Joana tinha dois caminhos possíveis: o primeiro era continuar nessa relação de dependência, onde uma supostamente supria a necessidade da outra, ou escolher o segundo caminho, o mais trabalhoso e também o mais saudável: perceber e enfrentar seus limites e suas próprias dificuldades, para poder superá-los.

Na verdade, ninguém é dependente sozinho. DEPENDÊNCIA AFETIVA é uma via de mão dupla, se uma criança é dependente afetivamente, a mãe com certeza também o é, pois, neste caso, a mãe é quem a estimula e acredita em seu potencial ajudando-a a ter a certeza que conseguirá superar suas dificuldades. Dessa relação nascem a autoestima e a sensação de segurança pessoal. Todo o ser humano nasce com uma capacidade de cuidar de si, um potencial que precisa ser estimulado e se não recebe este estímulo torna-se dependente. Na prática, acabam por não confiarem em si mesmos e em seu valor pessoal, deixam de oferecer o seu melhor na vida, no trabalho e em seus relacionamentos.

Para pais e/ou educadores: exercitem o respeito às características genuínas de cada criança, respeitando sua natureza espontânea e sua criatividade. É importante aprender que dar limite é prova de amor e é diferente de reprovação. Dar parâmetros é dar condição para a criança desenvolver responsabilidade e aprender a superar as frustrações.

Não podemos perder de vista o humano que existe em nós, somos criatura e criadores capazes e, genuinamente, imperfeitos.


Sobre a autora

Sirley Bittú é Psicóloga Especialista Clínica pelo Conselho Federal de Psicologia
Psicodramatista Didata Supervisora
Terapeuta em EMDR pelo EMDR Institute/EUA
Consultório (11) 5083-9533
Email: sirley.regina@terra.com.br

Dependência afetiva - O amor como droga

O amor pode se transformar em doença. O fatalismo da frase pode parecer bobagem para você que vive uma relação saudável.

Mas para muita gente, o sentimento bom vira fonte de sofrimento, prejudica a autoestima e pode levar do céu ao inferno rapidinho. Isso acontece quando o amor vira co-dependência.

Quem vive dessa maneira não encontra segurança e proteção - a não ser ao lado do amado -, vê a relação se transformar em problema e o companheirismo e a intimidade desaparecerem. Aí, a imaturidade emocional dá as caras e o amor ganha status de droga. Pesada.

"Tudo aquilo que proporciona sensação de bem-estar e prazer pode viciar. Assim acontece com a droga. E pode acontecer com o amor, principalmente quando este se apresenta em excesso. A base da co-dependência é o apego, popularmente conhecido como amor excessivo", explica o terapeuta de casais e famílias Paulo G. P. Tessarioli.

Segundo ele, uma das formas mais simples de identificar esse sentimento doente é perceber o que ele proporciona. Se perguntar, por exemplo, se existe confusão, sofrimento ou medo pode ajudar. "As características básicas da dependência afetiva são imaturidade emocional, baixa tolerância ao sofrimento, à frustração e a ilusão de permanência", relata. Esses dependentes manipulam, controlam, se vitimizam, chantageiam, são prestativos e depois cobram caro por isto. "Sufocam e limitam o raio social do parceiro, vivem a vida do outro".

Paulo explica que o efeito mais nocivo dessa co-dependência é a ‘despessoalização’, ou seja, a perda da própria identidade. "Outros efeitos são de ordem emocional e perturbam o funcionamento do corpo, por exemplo, com crises de ansiedade (síndrome do pânico), altos e baixos do humor (depressão e euforia), e autoestima prejudicada".

A mulher é considerada mais sensível à co-dependência do que o homem, mas a razão é cultural e histórica. "A ideologia do amor romântico as sensibilizou de uma forma muito mais intensa. Embora existam homens co-dependentes, boa parte das mulheres ainda vive como coadjuvantes de seus companheiros", afirma.

A dependência afetiva, assim como a química, não tem cura. Mas o tratamento é sempre bem vindo e consiste em desenvolver o amor próprio, o autocontrole e a abstinência de relacionamentos doentios. Mas diferentemente da dependência química, em que é óbvia a orientação de parar e se afastar da droga, na dependência de afeto não dá para deixar de se relacionar com pessoas e se afastar delas. "Por esta razão, a base do tratamento consiste em psicoterapia, biblioterapia e grupo de auto-ajuda. Nos casos mais difíceis, em que há co-morbidades é recomendado o acompanhamento psiquiátrico", sugere Paulo.

No meio de tudo isso, é bom lembrar que o ser humano nasceu sozinho, mas não para viver na solidão. E nem toda necessidade de companhia é co-dependência. "É sempre muito bom estar entre pessoas que nos fazem e querem bem. Isto não é co-dependência. Mas apegar-se a alguém para evitar a solidão ou a dor da perda é se distanciar de si mesmo e, muitas vezes, perder-se e se isolar de tudo e todos". Não caia nessa.


quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Pensamento do dia - Amizade distante


Meu pensamento do dia hoje vai para todos os amigos que estão longe. Longe dos olhos mais perto do coração.

AMIGOS

Estamos distantes

e ao mesmo tempo tão perto...

Mas a amizade que nos une

pode vencer todas as distâncias.

Ela é mais forte que o tempo.

Poderia atravessar a imensidão do espaço

e transcender os limites da vida.


Sim, como ela é forte.

Que perdure enquanto

nossas almas existirem...


Nada é mais valioso no mundo.

Quando penso em você,

fecho os olhos de saudade.

E tento, em vão, esconder minha tristeza.


Mas a amizade verdadeira

nem o tempo e nem a distância irão destruir.

Nem os nossos tolos erros e medos.

Pois ela é dura feito rocha,

e quente posto é chama.



domingo, 23 de agosto de 2009

Os 5 mandamentos para manter amizades durante um namoro


Você conheceu o seu príncipe encantado, vocês estão super apaixonados e num grude que só começo de namoro proporciona? Ah, o amor é mesmo lindo! Mas nem só de namoro ele é feito, existem mais pessoas no mundo que amamos, como os amigos. E um problema que acomete muitos novos casais é o distanciamento das amizades em nome de programação e agenda exclusivas entre duas pessoas.

Por mais que a felicidade esteja imperando por aí, temos uma triste revelação para fazer: ninguém está livre de terminar um relacionamento, porque, enfim, as coisas às vezes acabam. E mesmo que durem, nenhum casal consegue viver numa bolha longe do resto do mundo. Amizades são importantes e para isso alguns mandamentos devem ser seguidos para que elas durem, especialmente no começo de namoro:


1 - Não forçarás encontros às cegas - Nada pior que ser obrigada a sair com o amigo chato do namorado da sua melhor amiga, em nome do programa de casalzinho. Deixe que suas amigas cuidem elas mesmas de arrumar companhia e daí sim sugira um programa com as 4 pessoas.

2 - Não te irritarás com as críticas - Se suas amigas não gostarem do seu namorado, não é o fim do mundo, quem tem que gostar dele é você. Respeito é tudo, respeite a opinião de suas amigas e peça que elas respeitem o fato de você gostar dele e namorá-lo.

3 - Não comentarás intimidades - Poupe suas amigas dos detalhes sobre como sua vida sexual é incrível, em especial se elas não estiverem namorando. Compartilhar sua alegria é uma coisa, jogar na cara dos outros como você está realizada é outra.

4 - Não pedirás cobertura - Nós desaconselhamos as infidelidades, mas, caso aconteça, não peça para suas amigas cobrirem seus deslizes. É uma situação super complicada, porque coloca a outra pessoa no meio de um assunto que é exclusivamente seu, e talvez do seu namorado, se ele descobrir...

5 - Não cancelarás programações prévias - Não desmarque atividades marcadas. Esse é o ponto principal em que a discórdia entre amigas costuma surgir, pois pessoas comprometidas têm uma tendência a ficar mais em casa. Mas não abandone as saídas com as amigas mesmo que dê vontade de ficar grudada no gato 24h. É saudável para você, para ele e para seu círculo de amizades.