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terça-feira, 10 de julho de 2012

Batom chocolate

Depois do vermelho e do vinho, é a vez do marrom assumir lugar de destaque no make. Várias marcas usaram e abusaram do tom em seus desfiles e além disso várias celebridades e fashionistas já apareceram por aí com os lábios cor de chocolate! E você, gosta ou torce o nariz para a novidade?



quinta-feira, 5 de julho de 2012

Shoes street art em Madri


Quem ama sapatos, assim como a pessoa que vos escreve, vai adorar isso. No embalo da Cow Parade, exposição urbana que espalhou vacas pelas maiores cidades do mundo, Madrid achou o seu jeito de homenagear a indústria local de sapatos com uma ação bem parecida. Quem circular até o dia 24 pela cidade espanhola pode encontrar inusitadamente sapatos gigantes espalhados por diversos pontos da metrópole. A exposição, intitulada Shoes Street Art, tem obras produzidas por artistas locais, que utilizaram técnicas de grafite, pintura e colagem para customizar as esculturas. Muito criativo e divertido.

Veja alguns dos 25 modelos espalhados pelas ruas de Madri.










quarta-feira, 4 de julho de 2012

Os tais Sneakers


A grife francesa Isabel Marant foi responsável pela nova mania mundial! Os sneakers – os tênis com salto embutido de 6 cm – que viraram febre entre as celebridades nacionais e internacionais e chegaram com tudo no inverno brasileiro.


Assim como a grife francesa, lojas como Arezzo, Schutz e multimarcas trataram de lançar modelos bem parecidos, além de outros mais incrementados, levando as fashionistas por aqui a entrarem em listas de espera para garantirem, em primeira mão, os seus tão sonhados sneakers.

Os preços por aqui também estão um pouco mais acessíveis:



Modelo mais barato da Arezzo
R$ 259,90








Modelo da Schutz com spikes (tachas)R$ 390,00.





Curiosa para saber como usar o sneaker? Pois aqui vão algumas dicas preciosas.

Por normalmente possuir um volume maior na língua, o sneaker terá como grande aliada as calças skinny. Sejam elas de couro (outro grande hit do inverno), leggings ou até mesmo jeans, as calças justinhas dão uma balanceada no visual.

Para quem possui o quadril largo, a dica é combinar o sneaker + skinny/legging com blusas mais compridas e soltinhas que disfarçarão o bumbum e quadril.

Algumas fashionistas se arriscam em combinar o tal tênis com saias e shorts. Eu, particularmente, sou contra o look, pois tende a criar um visual vulgar caso você não tenha uma estrutura alongada. Para lançar este visual, precisa-se ter muito estilo, escolher as peças minuciosamente para não cair no erro. Não é qualquer mortal que se dará bem com tal jornada fashion.

E, por último, calças de boca larga, ou que enrolem em cima do tênis estão terminantemente proibidas. Portanto, se interessou pelo sneaker? Vá de skinny!

Veja as famosas que já aderiram à moda:


Eu que não sou boba nem nada tratei logo de adquirir o meu, o modelito abaixo, da Arezzo. E seguindo os conselhos, usei com legging preta, camisa branca soltinha e um colete jeans com spikes. Garanto que o bichinho é confortável, viu. Depois eu posto uma foto com o look inteiro.



segunda-feira, 2 de julho de 2012

Como usar salto alto sem prejudicar sua saúde

Atenção, mulheres: viver nas alturas pode ser arriscado. Mas, seguindo esse guia você vai continuar vendo tudo de cima sem prejudicar sua saúde



Amamos salto. O problema é que passar muito tempo no andar de cima pode deformar o pé, atrofiar a musculatura das panturrilhas e causar dores de coluna. Como não pretendemos abandonar essa poderosa arma de sedução, melhor aprender a usar os modelos que arrasam sem tropeçar na saúde, certo? Segundo os especialistas, saltos de apenas 3 centímetros causam praticamente os mesmos danos que uma torre de 10. "Com qualquer um dos dois, os passos se tornam mais curtos e lentos", diz Cibele Réssio, ortopedista com especialização em pés e tornozelos pela Universidade Federal de São Paulo. O resultado é um sofrimento. A planta do pé dói e ganha calosidades, os dedos tomam a forma de garras. Sem falar do joanete, que é 50% obra dos saltos. "Com esse tipo de calçado, a pressão de sustentação do seu corpo, que geralmente se distribui por toda a sola, se concentra no dedão e no vizinho. Essa sobrecarga causa lesões", explica ela.

É comum também observar lordoses e o encurtamento da musculatura posterior das pernas. O teste para ver se esse mal já pegou você é descer à terra firme. "Se descalça sentir estiramento nas coxas, panturrilhas ou costas, é porque pode estar sofrendo de atrofia", alerta. Virar o pé também se torna mais freqüente, o que pode acabar causando rompimento de ligamentos. Antes que você compre um novo par, veja o risco que cada tipo de salto oferece à saúde.

Agulhas matadoras

Parece um complô do Universo: segundo os médicos, quanto mais alto e fino o salto, maior o tombo. Ou seja, quanto mais sexy a sua sandália de tiras, mais perigosa para a saúde. "Esse tipo de calçado prejudica o equilíbrio, aumentando as torções no tornozelo", explica Ari Zekcer, especialista em ortopedia e traumatologia. A boa notícia é que os agulhas com meia plataforma na frente, diminuem os problemas. "Tudo porque a inclinação do calcanhar fica menor", esclarece a dra. Cibele.

Quadrado quase perfeito

Já os saltos retangular e quadrado apresentam risco intermediário. Por possuírem maior superfície de contato com o chão, aumentam a estabilidade. Outra opção é o tipo cone. Ele ajuda no equilíbrio, já que a haste sai do centro do calcanhar e não da parte traseira do sapato. Se tiver meia plataforma na frente, melhor ainda.

Plataforma do sucesso

"O salto ideal deixa o pé quase paralelo ao chão", diz a dra. Cibele. "Por isso, apesar de a caminhada se alterar assim que o pé sai do nível do solo, o trio plataforma, anabela e anabela com plataforma é o que gera menores danos. Os três distribuem melhor o peso do corpo pelo pé", conta. Em tempo: o mesmo vale para as rasteirinhas, totalmente liberadas e aclamadas pela moda atual.


Manual para as amantes de saltos

Sobe e desce

A boa pedida, no dia a dia, é alternar os tipos e o tamanho das torres do poder e da sedução. Se já sabe que vai querer vestir uma sandália altíssima à noite, melhor ir trabalhar de plataforma, anabela ou mesmo com uma delicada flat. Passou o expediente nas alturas? Calce o chinelo assim que chegar em casa. "Descansar o pé é essencial. E isso significa vestir um calçado que o deixe até 3 centímetros do solo ou até ficar descalça, o que é ainda melhor", aconselha a ortopedista.

Na hora da compra

Mulher esperta deixa para ir à loja no fim da tarde ou à noite, quando os pés já estão inchados pelo maior fluxo de sangue e distensão normal dos ligamentos. "O ligeiro aumento de tamanho é suficiente para incomodar se o calçado estiver justo", diz a dra. Cibele. E, então, experimente sempre o par completo. "A maioria das pessoas tem um pé maior ou mais largo que o outro, mas não necessariamente o esquerdo ou o direito. Isso pode variar", explica.

Espaço extra

Ao escolher o sapato, vale reservar 1 centímetro entre a ponta e o dedão para permitir o movimento do pé durante a caminhada. Não acredite nessa história de que ele vai lassear. "O que acontece é que o calçado se deforma e, além de incomodar, vai gerar calos e até unhas encravadas", fala ela.

Fino, redondo ou aberto?

Já foi o tempo em que sapato de bico fino fazia os dedos ficarem amontoados. “Hoje, os estilistas desenham modelos confortáveis. O pé termina antes de o calçado afunilar”, diz a médica. Os redondos, também na moda, estão liberados, assim como os abertos na frente. “O importante é que o pé esteja confortável e os dedos tenham espaço para se mexer livremente.”

Amarradona

As tiras ou pulseiras que prendem os sapatos no tornozelo, além de serem um charme, evitam que o movimento natural da caminhada mude. E são ótimas para evitar uma torção, já que o pé fica bem preso. Justas demais, no entanto, podem dificultar a circulação. Por isso, maneire no aperto!

Estica e puxa

Finalmente, não dá para abrir mão de alongar a região da panturrilha, das coxas e das costas. Aqui vão três exercícios fáceis para evitar o encurtamento dos músculos:

De frente para a parede, apóie as duas mãos nela. Flexione a perna direita à frente e estique a esquerda, mantendo os calcanhares no chão e a ponta dos pés na direção da parede. Mantenha a coluna reta.

Sentada num colchonete, afaste as pernas e mantenha os pés apontados para cima. Leve as mãos à ponta dos pés e desça o tronco à frente do corpo. Mantenha os olhos voltados para o chão. Não force muito a abertura das pernas.

De lado, coloque o pé direito sobre uma mesa que tenha a altura dos seus quadris, mantendo o esquerdo apoiado no chão, de modo que fique levemente voltado para fora. Tente levar sua mão direita até a pontinha do pé que está sobre o móvel. O braço esquerdo deve estar arqueado por cima da cabeça, na mesma direção do outro. Atenção: não deixe o tronco cair para a frente.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Estilo e Conforto

Eu confesso que torcia o nariz pra essa moda sarouel, pois achava que o modelito não valorizava em nada o corpo feminino, pelo contrário, achava que ficava feio mesmo. Mas eis que resolvi experimentar um calça de malha na Shoulder e me apaixonei. Além de linda, ela é super confortável e, o que é melhor, disfarça o quadril. Mas tem que ser larguinha, senão fica horrível para quem está acima do peso. A combinação fica perfeita se usada com uma camiseta sequinha e um acessório bem transado, tipo uma corrente grossa ou pulseiras largonas (um ou outro).

Os macacões também são excelente opção para quem procura praticidade e conforto. Com vários modelos disponíveis nas lojas, eles servem tanto para serem usados em ambientes mais descontraídos, num look despojado com sandálias rasteirinhas, quanto numa festa, com acessórios mais estilosos e salto alto.

Quem ainda não se rendeu à moda, sugiro que experimente. Mas cuidado! Opte por peças que valorizem o que você tem de melhor. Lembre-se que o charme do sarouel é ficar soltinho, com um jeito meio largado. Se a calça ou o macação ficar colado ao corpo, com certeza não vai ficar legal, além de perder a identidade da peça.Trata-se de uma moda ousada, requer personalidade igual de quem veste.

É possível encontrar modelos bem transados em lojas como: Cantão, Canal Concept, Lucy in the Sky, Montag, Shoulder, entre outras. Abaixo seguem alguns exemplos para vocês apreciarem.



Macacão da Cantão

Calça da Cantão


segunda-feira, 15 de março de 2010

Moda genuinamente brasileira

Carteiras em palha e tecido, pintadas à mão.


As carteiras acima são da designer Laila Zaicaner, do atelier Lailoca, localizado em Recife/PE. Conheci a artista em uma feira de decoração em São Paulo e me apaixonei pelo seu trabalho, que também inclui bijuterias finas e outros acessórios.

Além de exclusivas, as peças são super bem trabalhadas e são produzidas com matéria-prima genuinamente brasileira, o que é melhor. Não é à toa que a designer ganhou o reconhecimento internacional e hoje seus produtos são exportados para diversos países.

Apesar do sucesso que suas peças fazem no exterior, a artista ainda é pouco conhecida no Brasil. Para mudar essa história, Laila tem levado seu trabalho a vários estados, participando de feiras e eventos do ramo, como a Gift Fair e a Bijóias, ambas em São Paulo.

Quem tiver interesse em conhecer melhor o trabalho da artista Laila Zaicaner, pode entrar em contato pelo telefone: (81) 9108-5092 ou pelo e-mail lzaicaner@yahoo,com.br. Abaixo seguem alguns colares da sua coleção.










segunda-feira, 8 de março de 2010

Coques e bocas pink são destaques do tapete vermelho

Que nude que nada! A cerimônia do Oscar 2010, realizada ontem (07/03) em Los Angeles (EUA), foi marcada por cores fortes na boca e cabelos presos, em coques certinhos ou desarrumados.

Cameron Diaz, Charlize Theron e Maggie Gyllenhaal deixaram o nude em casa e foram para a premiação de pink nos lábios. Sandra Bullock, melhor atriz por “Um Sonho Possível”, fez sucesso com o tom aberto. Enquanto ela evoluía pelo tapete vermelho, as mulheres tentavam descobrir a cor do batom.

Em entrevista ao blog especializado “Talking Make-up”, a maquiadora de Bullock revelou a cor usada nos lábios da atriz: batom Paris, linha Rouge Coco, da marca Chanel. Outro segredinho: ela aplicou um pouquinho do produto nas maçãs do rosto de Sandra - para conquistar um aspecto mais saudável.

Conforme esperado, os coques românticos dominaram as cabeças. Com relação às cores, o hair stylist Ronaldo Mello destaca que os tons estão mais sólidos: “As cores não apresentam evidências de mechas”, diz.


quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Então tá, né... fazer o que!

Adriane Galisteu exibe suas curvas na capa da revista "Corpo a Corpo" deste mês. Aos 36 anos, com 56 quilos, a apresentadora conta que é viciada em cremes e acha que ainda precisa emagrecer dois quilos.

"Uso de tudo, mesmo! Creme nacional, importado, de marca desconhecida, baratinho, caro. Lançaram, experimento", declarou.

A loira também posou com uma peça de sua coleção de biquínis. Adriane já tem mais de mil modelos e coleciona desde a década de 1980.

Para manter a forma, a bela fecha a boca. ''Como pouco, fazer o quê? Meu almoço, hoje, foram duas batatas sauté temperadas com alecrim, e só!'', revelou.

Mas Adriane não pensa em mudar nada no seu corpo, nem colocar silicone. ''Acho lindo o corpo das garotas marombadas, mas prefiro ter seios mínimos e ser magra. No dia em que eu passar em frente a uma construção e ouvir 'gostosa' dos operários, vou fazer dieta na mesma hora'', declarou.

Enquanto isso, na xepa, as mulheres-fruta se empenham em ficar cada vez mais suculentas....rsrs



As peças-chave do verão 2010 têm proporções específicas


Alô, Chics! Nas listas dos itens da moda do verão 2010 você vai encontrar vestidos, calças do namorado, blazers, decotes assimétricos, tomara-que-caias, saias, macacões e tantas outras peças. Mas em quase nenhuma delas você vai ver uma dica sobre uma das coisas mais importantes desta (ou de qualquer outra) moda: as proporções.

Tome o blazer como exemplo. Há uns bons anos ele anda dividindo as atenções com cardigãs, jaquetas, trench coats, paletós. Pois nesta primavera, ele está de novo disputando o pódio dos favoritos para acompanhar as mais diversas partes de baixo. Só não vi até agora nas listas das “tendências” nenhuma palavra sobre as proporções certas para que esta peça seja usada como se deve.

Sim, porque não é qualquer blazer que vai deixar você com cara de moderna. Os grandões do inverno passado, tipo boyfriend, não funcionam mais. Também não adianta ir desencavar, feliz da vida, os que você guardou “para quando a moda voltar”, a menos que sejam sequinhos, suavemente ajustados na cintura, mais curtos e com ombros marcados e estruturados (sem que pareçam os dos anos 80 e suas ombreiras exageradamente grandes). Se você tiver um destes no baú, pode usar tranquila, senão, providencie um novo para usar com as calças cenoura, sobre vestidinhos leves e estampados ou sobre as minissaias de jeans.

E como são estas tão faladas calças cenoura? São bem mais curtas do que as calças tradicionais, são ligeiramente bufantes da altura dos joelhos até os quadris e têm a boca estreita. Ficam ótimas com sandálias pesadas e bem altas e chics quando usadas com blazers, formando o novo terninho.

Os vestidos de festa, como são? São curtos; míni para as jovens, ligeiramente acima do joelho para as demais. O cuidado na observação da melhor proporção para este lindo modelo é com o corpo. Em geral eles têm corte na cintura e quem tem corpo curto (e tem peito grande) deve preferir modelos com alças largas, pois os tomara-que-caia fazem o corpo parecer ainda mais curto e embolado.

As calças do tipo gancho baixo (descendentes do saruel), que perigos de proporção apresentam? Nenhum se quem for usá-las tiver pernas longas. Nada como um gancho baixo para roubar preciosos centímetros de perna de usuárias desavisadas.

Entenderam a importância da informação sobre proporções? Então olhe-se no espelho de frente e de costas com olhos de inimiga antes de montar seu visual para a estação que está começando. (Fonte: Glória Kalil)


quarta-feira, 2 de setembro de 2009

8 erros que destroem um make

1 - Abusar do corretivo

O exagero do produto pode acentuar os detalhes que você deseja esconder. O ideal é usar corretivo apenas nas pálpebras inferiores ou em detalhes como espinhas. Ele deve ser aplicado com as pontas dos dedos em leves toques que espalham o produto . Mas, em vez de esfregar, dê batidinhas na pele, diminuindo a quantidade usada.

2 - Escolher o tom errado da base

O tom errado de base faz com que você precisa usar muito mais maquiagem (isso porque a cor do rosto acaba ficando muito diferente do pescoço e do colo). O ideal é escolher uma base leve (experimente no pulso) e espalhar com cuidado. No caso das bases, prefira fabricantes nacionais: as cores são feitas exatamente para as mulheres brasileiras.

3 - Pó em excesso

Quando mal usado, o pó evidencia os sinais de expressão, envelhecendo o rosto. A região dos olhos e da boca é a mais prejudicada, principalmente se você já apresenta rugas nestas áreas. O pó deve ser usado apenas como complemento da base, para dar um aspecto mais aveludado à pele e para neutralizar o efeito brilhoso da base e/ ou da camada natural de gordura da pele.

4 - Blush exagerado ou aplicado de maneira incorreta

O blush serve para proporcionar um visual mais saudável. Mas, aplicado em excesso, deixa você com cara de palhaça. As bochechas ficam salientes demais (um problema se você tem o rosto arredondado), destoando demais do restante dos traços. O blush deve ser aplicado das têmporas em direção ao centro do rosto, na diagonal, e sempre removendo o excesso do pincel antes de aplicar sobre o rosto.

5 - Pintar a sobrancelha com lápis muito escuro

O lápis deve ser da mesma cor da sobrancelha. Para a aplicação, faça movimentos leves com a ponta, como se estivesse esfumaçando a sobrancelha. Para aquelas que acham a técnica complicada, um pouco de sombra, no tom do pelos, pode ser uma opção.

6 - Misturar muitas cores de sombra

O excesso de cores pode tirar a sofisticação do visual, que fica mais infantil. A maquiagem mais divertida está em alta e, mesmo durante o dia, pode ser usada. Mas nunca abuse dos contrastes, a não ser que você tenha segurança absoluta na técnica usada. O ideal é variar, formando um degradê: marrom e dourado; rosa e lilás; chumbo e cinza formam pares que funcionam.

7 - Marcar demais o contorno da boca

Deixar os traços marcados, além de tirar a sutileza da maquiagem, está fora de moda. O ideal é que o contorno do lápis passe despercebido, não importa se você está usando para aumentar ou diminuir a boca. Faça um contorno bem delicado e fino, que vai desaparecer na hora em que você passar o batom (o efeito fica mais bonito se você usar um pincel em vez do bastão direto.

8 - Deixar falhas com o delineador

O delineador só vale para quem tem pleno domínio da maquiagem (ou ele é capaz de destruir todo o resto, por mais impecável que seja o efeito). Uma boa dica para passar delineador sem borrar ou tremer é apoiar a mão no osso do queixo para fazer o traço. Mas se, mesmo assim, achar difícil dê preferência ao uso de um lápis preto bem rente à base dos cílios. E faça o traço antes de aplicar o rímel. (Fonte Vila Batom)

Franja de lado: tendência para o verão 2010

Está querendo mudar o visual, mas não sabe no que apostar? Então saiba que para as próximas estações a tendência é a franja.

Mas não aquela que cobre toda a testa como no verão passado. Desta vez, de acordo com o Hair Stylist Edu Levy, do salão Saluvyte de São Paulo, estarão em alta as franjas de lado.

Edu explica que além de serem usadas de lado elas devem ser desestruturadas com um ar bem leve. "Sem o compromisso de ser muito certinha."

Apesar de ser uma aposta certa para o verão é necessário prestar atenção na hora de optar pelo look, nem todas as mulheres ficam bem com esse tipo de franja. "Quem deve evitar são as pessoas que tem o rosto redondo ou a testa muito curta."

Para o resto do cabelo, Edu dá a dica. "As tendências para o resto do cabelo são: volume, cacheado e ondulados naturais. Os comprimentos usados serão os longos românticos e curtos muito charmosos. Já os médios perdem espaço." (Fonte Vila Batom)

segunda-feira, 27 de julho de 2009

30 gramas de fetiche


Uma historiadora de moda inglesa conta em livro a história da calcinha. Conclusão: quanto menores elas são, maior a liberdade das mulheres

Diariamente, modelos e atrizes do mundo todo são alvos de câmeras indiscretas ávidas por imagens de suas calcinhas – ou da ausência delas, o que costuma fazer um sucesso ainda maior. Esse interesse pelas roupas íntimas alheias revela o significado atual dessas nada inocentes peças do vestuário feminino. Cobiçadas por mulheres e marmanjos (ainda que por motivos diferentes) e com uma variedade de modelos, cores e tamanhos que atende a todos os gostos e ocasiões, as lingeries movimentam a imaginação e o mercado.

Só no Brasil, foram vendidos 835 milhões de peças de moda íntima em 2008, um faturamento de R$ 4,59 bilhões (sem contabilizar o mercado paralelo de fetichistas que compram e vendem calcinhas... usadas). A maioria dos consumidores são mulheres à procura de conforto e sensualidade, mas é crescente o número de compradores homens em busca de um presente repleto de segundas intenções. As calcinhas modernas pesam em média 30 gramas, mas estão carregadas de significados.

Fica difícil acreditar que esses “objetos do desejo” um dia já foram “objetos do desprezo”, conforme conta o recém-lançado livro Por baixo do pano, da historiadora de moda inglesa Rosemary Hawthorne. “Ao escrever sobre a história das calcinhas, sem perceber, eu estava mapeando a história social da mulher ocidental e descrevendo não só o progresso de suas roupas de baixo, mas o progresso das próprias mulheres”, diz Rosemary. Ela conta que, até o século XVIII, os calções, ou ceroulas, eram peças exclusivas do guarda-roupa masculino e as mulheres que ousassem usá-los eram consideradas “criaturas libertinas e de moral duvidosa”. Naquela época, as moças sérias deixavam suas partes baixas livres, leves e soltas. Por baixo dos enormes e pesados vestidos, bastavam uma ou duas anáguas, o corpete e uma camisola de linho diretamente sobre a pele.

Foi somente por volta de 1800 que surgiram na França os modelos femininos, ancestrais da sensual calcinha contemporânea. Produtos da Revolução de 1789, que simplificou o vestuário da Europa inteira, os calções ou pantaloons vieram para, digamos, diminuir a ventilação por debaixo dos agora mais leves e sensuais vestidos. É perfeitamente compreensível o fato de não terem entusiasmado as moçoilas da época.Com comprimento abaixo dos joelhos ou até os tornozelos e, para piorar, feitos de um tecido “cor de carne”, estavam longe de qualquer ideal estético.

Se a França deu às calcinhas a chance de entrar para a história da moda, foi na Inglaterra, durante o recatado período vitoriano (1837-1901), que elas entraram definitivamente para o guarda-roupa das mulheres de poder aquisitivo – os altos preços surgiram então e, como se sabe, permanecem. Os moralistas vitorianos elevaram as calçolas femininas ao patamar máximo de qualidade, mas preferiam não tocar nesse assunto. Falar sobre roupas íntimas era tabu, pois elas evocavam lembranças embaraçosas sobre detalhes anatômicos. Nas lojas, a seção de lingeries ficava escondida, e nos anúncios publicados em revistas as calçolas apareciam monotonamente dobradas em prateleiras.

As mulheres do século XIX ficariam coradas se vissem nossas tanguinhas coloridas, estampadas, rendadas etc. “A simplicidade das calcinhas fazia sentido em uma época em que as mulheres não mostravam seu corpo nem para os maridos”, diz a historiadora de moda Miti Shitara, professora da faculdade Santa Marcelina. Isso valia para o mundo todo? “A Europa sempre foi o centro da moda. O que era usado na Europa também era no Brasil, inclusive a moda íntima”, afirma Miti.

Foi somente depois da Primeira Guerra Mundial, na década de 1920, que as calcinhas começaram a ficar mais parecidas com as que conhecemos (com as calçolas da vovó, é claro). As mudanças ocorridas nos quatro anos de conflito marcaram o nascimento da mulher moderna, que agora exibia mais do corpo. Com a barra das saias na altura dos joelhos, as melindrosas dançavam o charleston e revelavam as dimensões reduzidas de suas roupas íntimas. Nada que se compare à ousadia das mulheres emancipadas da década de 1970, com suas calcinhas de cintura baixa, acompanhando os jeans saint-tropez. Nessa época, com o desenvolvimento da indústria têxtil e a fabricação de modelos adaptados ao corpo das brasileiras, a moda íntima nacional se desvinculou da Europa. E continuou assim.

Enquanto europeias e americanas são adeptas do fio dental e da calçola – que usamos de vez em quando, as primeiras em momentos especiais e as outras em semanas necessárias –, ficamos com o meio termo. “A brasileira gosta de tanga de náilon, o carro-chefe de todas as empresas de lingeries no país”, diz a empresária Indhira Pêra, diretora do maior salão de moda íntima da América Latina. “As mulheres querem conforto e sensualidade na mesma peça, pois saem para trabalhar de dia e querem estar preparadas, se precisarem, à noite”, afirma. Nesse caso, melhor fugir das brochantes calcinhas beges, cor preferida das brasileiras, ao lado das brancas, pretas e vermelhas.


quinta-feira, 21 de maio de 2009

To apaixonada




PELA COLEÇÃO OUTONO/INVERNO 2009 DA CANTÃO.

TUDO BEM QUE NA ISABELI FONTANA TUDO FICA LINDO. 

MAS EU AMEIIII... 

SIMPLESMENTE MARA...


E O MELHOR É QUE JÁ TEM LOJA EM SÃO PAULO, 
NOS SHOPPINGS IGUATEMI E MARKET PLACE... 

MARIDOS... ESCONDAM OS CARTÕES E TALÕES DE CHEQUE...


Estilo Folk de ser


O estilo Folk invadiu mesmo as passarelas e lojas do País todo. 

O nome Folk significa povo; daí a expressão folclore (sabedoria do povo). 

O estilo ficou marcante lá pelos anos 60 e 70, quando a juventude da época, especialmente no movimento hippie, costumava personalizar (hoje chamado mais por “customizar”) suas roupas e adereços.

Franjas, bordados, retalhos e outros itens nesse estilo eram incorporados às peças de roupas. Sim, você já viu isso antes: não é de hoje que o movimento hippie, as franjas estilo cowboy e o xadrez country reinam sobre a moda. O movimento grunge dos anos 90 é um exemplo clássico. 


Mas moda é isso mesmo: de vez em quando pinta um retorno renovado. Desta vez, é bastante urbano. E, afinal de contas, a moda Folk é bem democrática e eu, pessoalmente, gosto bastante.  


Adereços


Os acessórios em estilo Folk também voltam a imperar no inverno 2009. As lojas já estão apinhadas de botas, bolsas, xales, chapéus, colares, bricos, entre outros, nada convencionais. Tudo com muito colorido, retalhos e, claro, franjas...


Tá bombando


O hit do momento é o xadrez. Pequena ou grande, em cores contrastantes ou não, a padronagem vai do tradicional modelo inspirado no tabuleiro de xadrez à sofisticação da harmonia de cores da Burberry (famosa marca inglesa), à simplicidade do vicky (xadrezes de tamanhos diferentes) e ao multicolorido tartan (tradicional nas saias escocesas). 

Outros padrões como pied-de-poule, pied-de-coq e argyle (tradicionais losangos coloridos) são figurinhas carimbadas na estação. Tantas variações do xadrez criam um estilo super coll, que proporciona sofisticação às diversas produções. 


Pernas pra quem te quero


O inverno é a estação das meias. E neste ano elas estão ainda mais coloridas e charmosas. Há estampas para todos os gostos: floridas, rendadas, xadrezes, listradas, entre outras. Vale de tudo para deixar o visual mais bonito e chic. 

Mas é preciso ter cuidado para não ficar over demais. Apesar da moda estar bem irreverente, é preciso um certo cuidado na combinação das peças. 

Da qualquer forma, uma boa conferida no espelho antes de sair de casa nunca é demais...


quarta-feira, 20 de maio de 2009

Você sabe usar tomara-que-caia?


É uma cena recorrente. No calor, sempre tem alguma mulher de tomara-que-caia puxando o vestido pra cima e ajeitando os seios. Quando o corpo ajuda e o design também, um tomara-que-caia bem cortado causa sensação. Pode fazer padre tropeçar na batina e bater com a cara no poste. 

Mas, quando está tudo errado, o efeito é o oposto. Sabe quando os seios se tornam duas almofadas perto do pescoço? Em vez de sexy, uma mulher pode parecer mais velha ou mais gorda com um tomara-que-caia. É um perigo.

Apesar de estar um pouco acima do peso, eu gosto desse modelo de roupa, principalmente nos vestidos longos. Porém não uso com frequência, só no verão e em ocasiões informais, como praia ou final de semana. Mas sou chata, se a peça não valorizar meu corpo, não uso mesmo. 

Diz a lenda que o primeiro tomara-que-caia que causou foi o da atriz Rita Hayworth (foto) no filme Gilda, em 1946. Ela canta Put the Blame on Mame usando um modelo de cetim e luvas compridas. Divina.

Mesmo sem ser Gilda, é possível usar tomara-que-caia com classe. Hoje, é o modelo de decote favorito das noivas. 

Aí vão 14 dicas de duas mulheres que entendem tudo.


Glorinha Kalil

1 - Quem tem corpo curto não deve usar. Porque fica sem espaço entre o pescoço e a cintura.  

2 - Seios grandes são um complicador. O vestido muito estruturado joga os seios para cima, junto aos braços. Se o vestido não tiver estrutura, os seios ficam meio achatados e caídos – e o vestido pode acabar caindo também com o peso. 

3 - Tomara-que-caia exige cintura fina. Estômago saliente fica mais saliente ainda. De perfil, fica feio. As muito baixinhas e sem cintura parecem uma salsicha num tomara-que-caia muito justo. 

4 - As costas precisam ser magras. Senão, o vestido faz umas pregas, uns rolinhos nas costas, alem de saltar gordura por cima. 

5 - Quem tem seios pequenos precisa ajustar o vestido ao corpo como uma segunda pele, não pode ser frouxo, senão despenca. 

6 - Não há limite de idade. O mais importante para vestir bem um tomara-que-caia é a qualidade dos braços. Mulheres mais velhas com braços razoáveis podem ficar elegantes com vestidos sem alça, no modelo apropriado. 

7 - A pele tem de ser boa. No tomara-que-caia, o colo fica na bandeja, na altura do olho. Mostra o que você tem de melhor. Ou de pior.


Costanza Pascolatto

1 - O bronzeado da brasileira valoriza o tomara-que-caia. As muito brancas não ficam tão bem. Dá um certo enjoo ver toda aquela alvura exibida: braços, costas, colo. Para as branquinhas, é melhor que o vestido seja de cor escura, para dar contraste. Evitem o bege, o creme. 

2 - Mulheres com ombros estreitos e redondos não deveriam usar tomara-que-caia. 

3 - Dependendo de como estão os braços, a mulher deve desistir até de usar roupas sem mangas. Porque envelhece mostrar o que não se tem mais de bom. 

4 - Há os tomara-que-caia informais e os de alta costura. As brasileiras, claro, não vão usar esses vestidos caríssimos das atrizes de Hollywood. Ninguém sai em Copacabana com uma roupa que parece uma escultura. 

5 - Alguns tomara-que-caia vintage são arriscados, porque têm uma forma antiquada de peito, e o decote profundo não ajuda a ficar elegante. 

6 - São mais seguros os estruturados, com barbatanas entre dois tecidos, o de dentro e o de fora. 

7 - O ideal é que o vestido não apareça mais do que a mulher. O tomara-que-caia não deve ser tão chamativo a ponto de ficar em primeiro plano. E não pode ser dois números abaixo do tamanho da mulher. Tomara-que-caia apertado demais não é sexy.


(Fonte: Revista Época)