quarta-feira, 15 de julho de 2009

Aneurisma cerebral


Sinônimos e Nomes Populares: hemorragia subaracnóide, hemorragia cerebral; derrame cerebral.

O que é?

Aneurisma cerebral é uma dilatação anormal de uma artéria cerebral que pode levar a ruptura da mesma no local enfraquecido e dilatado.

Uma comparação de como se parece um aneurisma é a dilatação ou irregularidade da câmara de um pneu. Formam-se irregularidades na superfície da câmara e em um destes locais há ruptura da mesma com perda de ar sob pressão. Nos indivíduos que têm aneurisma cerebral há a ruptura desta irregularidade da artéria cerebral e "vazamento" de sangue para um espaço virtual que existe no cérebro chamado de "espaço subaracnóide".

A ruptura inicial de um aneurisma cerebral leva à morte quase um terço dos pacientes. Alguns pacientes apresentam dois ou mais episódios de hemorragia do aneurisma cerebral. Em cada uma das hemorragias o risco de morte vai se somando.

Como se desenvolve?

A ruptura do aneurisma pode ocorrer durante toda a vida, mas é mais freqüente entre a quarta e quinta década de vida.

Muitas pessoas nascem com aneurismas cerebrais, os chamados aneurismas congênitos os quais, ao longo da vida, podem aumentar e romper.

Existem fatores de risco como parentesco de sangue próximo ao de alguém que já teve aneurisma, principalmente irmãos.

Outros fatores de risco são: hipertensão arterial, dislipidemias (alteração do colesterol e triglicerídeos), doenças do colágeno, diabete mélito (açúcar no sangue) e fumo.

O que se sente?

O sintoma mais comum é cefaléia de grande intensidade acompanhada de vômitos, convulsões e perda de consciência. Alguns pacientes desenvolvem ptose palpebral (queda súbita da pálpebra) acompanhado de cefaléia. Outros, perda progressiva da visão por comprometimento do nervo óptico por compressão do aneurisma.

Com o decorrer das horas a dor de cabeça pode evoluir para uma dor importante na nuca e levar a "rigidez de nuca" que é comum na meningite, ou dor nas costas e pernas. Isso ocorre por que o sangue escorre da cabeça para a coluna e "irrita" as raízes nervosas provocando dor nas costas.

Pacientes que não rompem o aneurisma cerebral podem ter sintomas de isquemias cerebrais de repetição, pois pode haver formação de pequenos coágulos dentro do saco aneurismático levando a liberação dos mesmos para a corrente sangüínea e "entupindo" pequenas artérias.

Como o médico faz o diagnóstico?

Os pacientes com aneurisma cerebral não roto apresentam dificuldade de diagnóstico por parte do médico. Os aneurismas não rotos não dão dor de cabeça. Algumas vezes apresentam-se como pequenas isquemias cerebrais ou queda da pálpebra. O especialista experiente deverá solicitar uma angiografia cerebral digital ou uma angiografia por ressonância magnética. Somente nos aneurisma muito grandes podemos fazer diagnóstico dos mesmo com uma tomografia computadorizada do encéfalo.

O diagnóstico de suspeição é feito pela história que o paciente conta quando o aneurisma é roto. Muitas vezes o paciente já chega em coma ao hospital. Cabe ao médico solicitar uma tomografia computadorizada do encéfalo que deve demonstrar sangue no espaço subaracnóide ou hematoma cerebral (coágulo dentro do cérebro).

Caso a tomografia computadorizada seja normal e o paciente apresente rigidez de nuca o médico procede a uma punção lombar para ver se há sangue no líquido que banha o cérebro e a espinha, chamado de "líquor". Nos pacientes com hemorragia por aneurisma cerebral o líquor - que é da cor da água - aparece avermelhado pelo sangue da hemorragia.

Como se trata?

O tratamento dos aneurismas não rotos deve ser avaliado, pois o risco anual da ruptura de um aneurisma é de 1,25 %, ou seja, o paciente pode escolher um momento adequado para o seu tratamento junto com seu médico.

Já os aneurismas rotos apresentam-se como uma urgência médica devendo ser tratados com máxima brevidade. Até o início da década de 90 o tratamento era feito exclusivamente através da cirurgia, que consiste em abertura do crânio e bloqueio do aneurisma com clipes (grampos) metálicos. Nem todos os pacientes podem ser tratados com cirurgia. Dependendo do estado de saúde do paciente e do local a ser alcançado, uma intervenção cirúrgica poderá ser perigosa. A partir da metade da década de 90, foi desenvolvido um método denominado embolização por cateter que consiste em introduzir um cateter na artéria da virilha e através do cateter, que é levado até ao aneurisma, promover o bloqueio do aneurisma com inserção de micro molas de platina. Nisto reside o tratamento endovascular, também conhecido como embolização. Há casos em que a estrutura vascular do paciente não permite a passagem do cateter. Nesses casos, não existe alternativa a não ser o tratamento cirúrgico. Recentemente foi desenvolvido novo material para tratar o aneurisma, chama-se Onyx. Trata-se de um líquido que se torna sólido no interior do aneurisma. O Onyx deverá substituir as molas de platina, mas sua utilização tem o mesmo conceito terapêutico.


Fonte: ABC da Saúde


A tristeza


Hoje eu quero falar aqui sobre uma coisa da qual eu não gostaria nunca de ter de falar: a tristeza.

Mas ela existe e faz parte da VIDA. Eu escrevi no post anterior sobre as nossas escolhas, mas existe um caso, talvez um dos únicos, onde não temos escolha: a doença. Neste caso, podemos apenas ter FÉ e OTIMISMO.

Hoje eu acordei, aliás, levantei da cama, já que nem dormi quase, muito triste. Uma pessoa que eu amo muito está no UTI, com um quadro gravíssimo de hemorragia cerebral. Ainda pra ajudar, ela está GRÁVIDA de pouco mais de 4 meses. Tudo é muito complicado, porque ela tem de ficar quase o tempo todo sedada. E ontem, pra piorar, descobriram mais um coágulo e tiveram de fazer uma cirurgia de urgência.

Eu nunca fui sensacionalista, ao contrário, odeio gente melodramática. Mas é demais ver uma coisinha tão pequena lutando pra sobreviver. Ontem, depois que ela voltou da cirurgia, ali deitada na cama da UTI, nos surpreendemos com uma BARRIGUINHA saliente, que até então não se notava. Fiquei pensando como a VIDA tem seus mistérios, e como somos pequenos diante dela e de DEUS.

Estou triste sim, mas minha FÉ é maior do que a dor.



Nós podemos


Nó podemos ser grandes, se assim quisermos...
Nós podemos ser mediocres, se assim escolhermos.

Nós podemos caminhar juntos, se assim tivermos vontade...
Nós podemos seguir sozinhos, se essa for nossa escolha.

Nós podemos sorrir, se escolhermos olhar a vida com alegria...
Nós podemos chorar, se essa for a nossa sina.

Nós podemos ser ricos, se optarmos pelo tesouro maior da vida, a saúde...
Nós podemos ser paupérrimos, se preferirmos acumular só bens materiais.

Nós podemos ser belos, se refletirmos nossa imagem nos olhos de quem nos ama...
Nós podemos ser ogros, se sustentarmos apenas a vaidade.

Nós podemos ser sábios, se abrirmos mais os nossos ouvidos e menos a nossa boca...
Nós podemos ser o maior dos cretinos, se deixarmos a arrogância nos tomar.

Nós podemos amar e ser amados, se abrirmos os nossos corações para o amor...
Nós podemos viver na ilusão, se deixarmos as paixões dominarem.

Nós podemos viver na verdade ou na mentira, essa também é uma escolha nossa.
Deus nos deu a maior de todas as dádivas, depois da vida, o livre arbítrio.

Se somos infelizes, na maioria das vezes, é porque escolhemos sê-lo.

A ÚNICA PESSOA QUE PODE MUDAR A SUA VIDA, É VOCÊ MESMO.
PENSE NISTO!!!


Pensamento do dia...



UM HOMEM CHEIO DE PALAVRAS, MAS SEM ATITUDES,

É COMO UMA MIRAGEM NO DESERTO:

MUITO BONITA, MAS NÃO PODE SER APROVEITADA.


terça-feira, 14 de julho de 2009

Dezenove mil formas de fazer sexo

Que sexo é uma das melhores coisas da vida, não se discute. Que ele é importante para a manutenção de uma relação, isso é sabido. Que faz bem para a saúde, melhora a circulação, a pele e o humor, isso também não é novidade.


Então o que temos de novo nessa área? Um estudo que está prestes a ser lançado no Brasil, realizado pelo psicanalista inglês Brett Kahr, promete escandalizar os mais conservadores. É que durante 5 anos, Kahr ouviu relatos sobre as fantasias e os desejos sexuais de mais de mil pessoas. Os temas, garante ele, vão muito além dos inocentes “apretechos” vendidos nas lojas de sex-shop.

A compilação das fantasias sexuais modernas está no livro Sexo e psique, que será lançado no final de julho no Brasil. Angelina Jolie está lá, assim como a cunhada, o vizinho, o vagão do trem, as trigêmeas... Confira na reportagem publicada pela Revista Época.


Espartilho, cinta-liga, máscaras. Eu e dois homens estranhos. Plateia? Não descarto, mas um lugar reservado talvez fosse melhor. Se houvesse uma segunda mulher, também seria uma bela experiência. Não acho que viraria lésbica por causa disso. Sem falar que o homem entre nós duas ficaria maluco. Uma travessura eu já fiz: um namorado me levou a um prostíbulo. Pedi permissão à dona, pagamos, me vesti a caráter e encenamos. Ele era meu cliente. Foi inesquecível. Acho que fantasio muito porque sou curiosa. Mas não conto nem para minhas melhores amigas. As pessoas são muito preconceituosas. Já me separei de um homem que não era criativo e não fazia nenhum esforço para realizar minhas fantasias. Ele dizia que não tinha, mas era mentira, claro. Todo mundo tem, mas a maioria esconde.


O relato acima, da paulistana Roberta, de 36 anos, advogada, ilustra uma certeza: o debate público sobre a sexualidade é cada vez mais natural, mas as fantasias sexuais permanecem tabu. Ela própria não quis se identificar. Os desejos secretos misturam prazer e dor, realização e sofrimento e embaraçam quem os experimenta. Por isso é raro ter um vislumbre desse pedaço da intimidade humana. Agora, porém, escancarou-se uma janela. Durante cinco anos, o psicanalista inglês Brett Kahr pesquisou fantasias sexuais. Coletou tantos relatos que ficou conhecido na Grã-Bretanha como “o homem das 19 mil fantasias sexuais”. Os depoimentos foram tomados no consultório, nas ruas e pela internet e depois organizados por temas e padrões. No livro Sexo e psique (Editora Best-Seller), que será lançado no Brasil no fim deste mês, Kahr transcreve mil relatos de homens e mulheres. Eles vão de vontades corriqueiras e totalmente realizáveis a transgressões ligadas a incesto, violência, escatologia e necrofilia. A estrutura lembra o famoso Relatório Hite (de 1976, atualizado em 2004), no qual a sexóloga Shere Hite expôs pela primeira vez e com total crueza os hábitos e as fantasias sexuais das mulheres americanas. Kahr sentou-se “numa ruela escondida de Londres, com um divã e cadeiras aconchegantes” e, como Hite, ouviu o que parecia inconfessável. Seu relato nos leva a um mundo de incestos e perversões que o dramaturgo Nélson Rodrigues, uma espécie de patrono da libido oculta brasileira, reconheceria de imediato como seu, ainda que os devaneios sejam ingleses.


“Existem dois tipos de fantasia: aquelas mais festivas, que revelamos com orgulho aos amigos de bar, e outras, que vêm das profundezas de nossa mente, que muitas vezes não revelamos nem aos companheiros ou muito menos a estes”, afirma. Para começar, explica Kahr, tais fantasias entranhadas na mente não têm nada a ver com o que somos na realidade. Cidadãos pacatos e civilizados podem simular violência sexual com a companheira e passar a vida sem fazer mal a uma mosca. Um homem heterossexual pode se excitar com a ideia de uma relação com outro homem e não por isso ter uma tendência homossexual. Uma mulher independente e bem-sucedida pode se imaginar submissa e humilhada sem deixar de ser o que é. Aquela que se imagina penetrando o marido com um pênis de borracha certamente não gostaria de vê-lo com outro homem. No livro, há uma paciente que fantasia ser torturada por Saddam Hussein, mas Kahr especula que ela fugiria se ele aparecesse perto dela – e não só porque ele está morto.


Kahr perguntou aos pesquisados por que eles fantasiam. As respostas mais comuns foram: as fantasias me ajudam a aliviar o tédio, me animam quando estou deprimido, me deixam fazer sexo com pessoas com quem eu não poderia fazer sexo, me permitem explorar pensamentos e atividades sexuais diferentes, s me ajudam a ficar excitado com meu(minha) parceiro(a). Alguns dizem que não conseguem se controlar: elas simplesmente surgem. Outros garantem preferir as fantasias ao ato sexual real. Segundo Kahr, homens e mulheres fantasiam igualmente, e a impressão generalizada de que há fantasias genuinamente femininas ou masculinas não se confirmou em seu trabalho. A publicitária mineira Carla, de 29 anos, acredita, porém, que, para as mulheres, as fantasias são ainda mais importantes.


Não ficamos excitadas de forma tão rápida e prática quanto os homens. Falar sobre isso, inventar situações na hora do sexo é sempre bom. Já transei usando apenas botas, criando um clima sensual. Também fantasio sobre lugares públicos, como o elevador, a praia. Pensar nisso funciona como uma bela preliminar.


Algumas fantasias existem desde sempre, mas os tempos modernos trouxeram – além de liberdade de praticá-las – novos ingredientes para a imaginação. Um deles é o sexo virtual. Um grande número de pessoas pesquisadas por Kahr disse se excitar mais com a sugestão do sexo pela internet, por meio de texto ou vídeo, do que com o contato físico. Outra inovação é a diversidade de celebridades que aparecem nas fantasias dos britânicos. Da realeza aos usuais Brad Pitt e Angelina Jolie, eles povoam a imaginação sexual dos entrevistados – mas numa frequência menor que o volume de informações que temos sobre eles sugeriria. A colega de trabalho ou o vizinho estão mais presentes nas fantasias que qualquer famoso. Ou a família, como no caso do dentista carioca Fábio, de 41 anos, casado há sete:


Penso sempre em ter relações com minha cunhada. Fazer sexo com a irmã da própria mulher deve remontar a alguma ascendência primata, em que um único macho alfa copulava com as fêmeas do bando. Como não dá para realizar, me satisfaço vendo furtivamente pedacinhos daquela moça proibida entre camisolas larguinhas num domingo de manhã. Já dá o que pensar.


A impossibilidade engrandece a fantasia. É o que diz a sexóloga carioca Regina Navarro Lins, que trabalha com o tema em suas pesquisas pela internet: “O conceito de fantasia é extremamente amplo. Há quem considere fantasia aquilo que não pode passar do desejo. Outros correm atrás da realização”. Ela diz que a fantasia do momento é o sexo a três. Homens preferem com duas parceiras. Mulheres gostariam de experimentar variações. “Na pesquisa que fiz com 1.634 internautas, 80% disseram que fantasiam com o ménage à trois. E quase 30% já haviam realizado, o que é um número bem alto”, diz.


Num dos últimos capítulos do livro, Kahr responde a perguntas práticas. As fantasias devem ser compartilhadas? Seria recomendável encenar ou realizar as fantasias com nossos parceiros? A tudo, afirma que não há respostas definitivas. “Não há limites para o que podemos imaginar e desejar no campo sexual”, diz. O psicanalista diz que desbravar o tema foi para ele um verdadeiro trabalho de antropologia: “Foi como se eu esbarrasse numa tribo distante e isolada, esperando que, através da minha jornada de pesquisas, eu chegasse a uma ideia do que constitui a sexualidade humana. Mas, se as fantasias são boas ou más, posso dizer apenas que podem nos levar a orgasmos mais potentes”.

Fonte Revista Época




Mulheres que têm atitudes masculinas ganham mais


A moda agora é ser durona. Nada daquelas artimanhas femininas, se você pretende subir na carreira. Estudiosos afirmam que ser "simpática" não é a melhor forma de aumentar o salário. Então, de agora em diante, o negócio é ser machona...rs

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (13) no Reino Unido afirma que mulheres que assumem uma postura masculina no trabalho ganham mais que suas colegas com atitudes femininas. O estudo, batizado Does it Pay to be Nice? (Vale a pena ser simpática?, em uma tradução livre) foi apresentado em uma conferência na Universidade de Essex, na Inglaterra.

Guido Heineck, do Instituto para Pesquisas sobre Empregos, em Nuremberg, na Alemanha, principal autor da pesquisa, afirmou que aspectos da personalidade são tão importantes quanto a inteligência para determinar o salário. "Nossas estatísticas mostram que ser simpática não aumenta os ganhos das mulheres", disse Heineck ao jornal britânico Daily Mail. "Ser agradável não traz benefícios em ambientes de trabalho".

Segundo a pesquisa, mulheres que agem como "machos alfa" ganham 4% a mais do que a média das mulheres, enquanto as classificadas pelo cientista como "neuróticas" - tensas, ansiosas e mal-humoradas - recebem 3% a menos. Para Heineck isso ocorre porque pessoas "agradáveis" são "mais passivas em situações de conflitos e em negociações salariais", características tradicionalmente ligadas às mulheres. Heineck também afirma que a personalidade influencia, em parte, a diferença de salários entre homens e mulheres.

Fonte Revista Época


segunda-feira, 13 de julho de 2009

Simplesmente amo..


No turbilhão que é a nossa a vida, às vezes nos esquecemos de como é gostoso ter uma família maravilhosa e amigos especiais.

Hoje quero dizer um "EU TE AMO" para duas dessas pessoas que ajudaram a tornar o meu dia mais feliz.


Martinha, minha sobrinha querida, que sempre enche a minha bola e levanta a minha moral com seu carinho impagável. É muito bom ter você na família:




Paty, uma amiga de longa data, que com sua sabedoria e bondade sempre tem uma palavra de afeto. Obrigada minha amiga-irmã, com você eu sei que posso contar em qualquer ocasião:




AMO, AMO, AMO VOCÊS.

OBRIGADA POR EXISTIREM NA MINHA VIDA.


Burrice pega???




Cuidado, BURRICE pega.

É verdade, trata-se de um mal contagioso que vai se instalando sem que você perceba. E um dia, quando menos se espera, você já estará escrevendo e falando um monte de "asneiras".

Por isso, fique longe de gente burra.



Cachecóis

Pra quem não acredita, olhe aí algumas das minhas obras....

Se alguém se interessar, também fazemos sob encomenda.






Gente imprestável


Como tem gente imprestável nesse mundo. Eu pensei que isso se restringia aos vagabundos e inuteis que não trabalham e vivem às custas da família. Mas hoje constatei que a coisa vai bem mais além...

Na hora do almoço fui a um armarinho na Rua Augusta comprar uns novelos de lã para a minha mega produção de cachecóis (não duvidem, entre as minha habilidades está a de empresária dos cachecóis...rs). Bom, chegando na tal loja, que diga-se de passagem é bem carinha e mequetrefe, separei alguns novelos e outras coisinhas. Já estava me dirigindo ao caixa, quando olhei para o lado de uma arara e me encantei com uma pashimina maravilhosa, feita de fitas. Perguntei o preço e a vendedora, após consultar uma tabela, disse que era R$ 60,00. Resolvi levar, porque gostei muito e valia o preço.

Chegando ao caixa, não tinha ninguém pra cobrar, tive de esperar uns 5 minutos. Aí começou a odisséia, primeiro não tinham os códigos de várias coisas que peguei, tive de esperar mais tempo; depois, não conseguiam achar o preço da tal pashimina. Eu dizia que a vendedora tinha dito que era R$ 60,00, mas a gerente dizia que não, que era mais. Pra ajudar, a moça que tinha me atendido havia sumido.... Com toda calma do mundo, aguardei elas procurarem o raio da tabela e brigarem entre si.

Passados mais de 10 minutos, a gerente vira e diz que não podia vender porque não tinha certeza do preço. Eu me enfezei e disse pra ela que aquilo era um absurdo, que então não deviam deixar a peça exposta. Ela nem sequer me pediu desculpas. Bom, paguei as lãs e saí.

Quando cheguei na esquina, reparei que tinha esquecido meus óculos de sol na loja; voltei lá e, pra minha surpresa, a gerente veio dizer que tinha achado a lista e que o preço era R$ 60,00 mesmo. Minha vontade foi mandar ela enfiar a pashimina naquele lugar, mas meu lado dinamarquesa de ser não permitiu. Disse apenas que não queria mais e que ela deveria se organizar melhor, porque além da venda, tinha perdido também uma ótima cliente.


Resumindo: COMO TEM GENTE RUIM DE SERVIÇO NESSA VIDA!!!



Pensamento do dia...



NÃO EXISTE UM CAMINHO PARA A FELICIDADE.

A FELICIDADE É O CAMINHO.

(Mahatma Gandhi)


Como se livrar da gripe


O micro-organismo que provoca a doença vive se modificando para infectar o homem e, muitas vezes, acerta em cheio. Diante das preocupações que um novo tipo do vírus desperta, cientistas revelam o que têm feito para nos proteger dessa recorrente ameaça


Ele habitava a face da Terra muito antes dos primeiros hominídeos. Como um Davi às avessas, pode ter contribuído para dizimar os dinossauros. E, de tempos em tempos, logo após uma transformação ou outra, assusta e gripa uma boa parcela da população. A versão da vez atende pelo nome de vírus A (H1N1), já infectou milhares no planeta e semeou o temor de uma pandemia.

Enquanto as autoridades e os médicos tomam providências para conter o avanço da doença apelidada de gripe suína, os cientistas não medem esforços para descobrir meios de derrotar todas as facetas do influenza, o micro-organismo camaleônico que causa febre e até mortes. Mas a pergunta que não quer calar é: vamos um dia ficar livres para sempre do intruso?

“Esse vírus é muito instável e trafega entre diversas espécies animais. Por isso, sempre está sujeito a mutações que o tornam irreconhecível ao corpo humano”, explica o virologista Edison Durigon, da Universidade de São Paulo. O desafio é encontrar um jeito de construir uma muralha dentro do organismo. Nessa busca, pesquisadores americanos, por exemplo, quebram a cabeça para viabilizar uma vacina universal, capaz de barrar o mutante a despeito dos seus disfarces.

Mas a principal estratégia, defendem os especialistas, é jamais tirar os olhos do baderneiro microscópico. Em outras palavras, sustentar uma rede de vigilância planetária que não cochila. “Não adianta ter os laboratórios mais capacitados do mundo se esse controle é inadequado”, diz a virologista Terezinha Maria de Paiva, do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. Em entrevista exclusiva, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, concorda e acrescenta: “Quando surge um vírus novo, nenhum epidemiologista pode dar chute”, opina. “Ouvi gente dizendo que a infecção pelo A (H1N1) seria igual à de 1918, que começou devagar e, depois, matou milhões. Outros apostaram em voz alta que essa gripe iria desaparecer. Puro chute. Quem acertou? Ora, cientistas sabem muito bem que só depois de seis a oito meses é que alguém terá bases mínimas para responder a essa e a outras perguntas, como: será que o vírus mudará e que todos os esforços para uma vacina foram em vão? Será que ficará mais forte? Será que ficará mais fraco?”, diz.

O influenza é uma velha ameaça à humanidade. E não estamos falando somente dos grandes surtos capazes de matar milhões de pessoas, como na gripe espanhola do início do século 20. O próprio vírus da gripe comum — ou sazonal, como preferem os médicos — também troca de roupa frequentemente para se esquivar do nosso sistema imune. Daí por que a vacina é renovada anualmente. Por mais que o microorganismo ainda consiga encontrar brechas para atacar, o imunizante é o jeito mais seguro de prevenir estragos — sobretudo aos organismos mais frágeis. Por isso, é recomendado a crianças, idosos e indivíduos de risco, como portadores de câncer ou HIV.

Fonte: Revista Saúde é Vital

Dez perguntas sobre bronzeamento


Conquistar um corpo dourado é o desejo de quase todo mundo, mesmo estando na estação mais fria do ano. É justamente nessa época que muitas pessoas recorrem às maquinas de bronzeamento artificial ou aos paraísos onde o astro-rei brilha o ano todo. Mas expor-se aos raios solares pode custar um preço muito alto, que vai de queimaduras e descamação até o câncer de pele.

Por outro lado o sol é essencial à saúde, sem contar que ficamos muito mais bonitos e com boa aparência quando pegamos uma "corzinha". Você sabia, por exemplo, que os raios solares, na medida certa, ajuda a prevenir a osteoporose? Ou que é possível acelerar o bronzeamento comendo determinadas frutas e hortaliças?


Abaixo, seguem dez perguntas sobre bronzeamento, inclusive o artificial.

1 - Além de satisfazer a vaidade, qual a importância do bronzeamento para o corpo?

O bronzeado intenso só vale para agradar a vaidade, não é sinal de saúde. “Ele indica que a pele foi agredida”, ensina a dermatologista Ediléia Bagatin, da Universidade Federal de São Paulo. Já aquele leve ar corado de quem tomou um pouco de sol é diferente: “Isso, sim, é fundamental”, diz a especialista. O sol leva o organismo a absorver a vitamina D — substância que nos ajuda a aproveitar o cálcio da comida. Esse mineral, sempre é bom lembrar, é indispensável para a formação e a manutenção dos ossos. Em resumo, uma pitada de sol é capaz de prevenir a osteoporose, doença em que o esqueleto fica enfraquecido. No entanto, meia hora de exposição aos raios solares por dia já é o suficiente para você obter os benefícios. “Faça isso sempre antes das 10 e depois das 15 horas”, recomenda Ediléia.

2 - Alguns alimentos podem acelerar o bronzeamento?

Quem se esbalda com cenoura, beterraba, mamão ou caqui dá a impressão de que se bronzeia mais depressa. Essas comidas não estimulam o pigmento da pele, a melanina, como no verdadeiro bronzeado. Na verdade, elas são ricas em outro pigmento, o caroteno, que se deposita na pele. “Essa substância lhe dá um tom amarelado”, conta Ediléia Bagatin.

3 - Os autobronzeadores oferecem algum risco à pele?

Não, a menos que o indivíduo tenha alergia aos seus componentes. “O único problema é que esses cosméticos são à base de corante e eles podem deixar algumas manchas”, alerta a dermatologista Zilda Najjar, da Universidade de São Paulo. “Nesse caso, a pessoa ficaria com faixas de ‘cores’ diferentes.” Os pigmentos presentes na fórmula dos autobronzeadores impregnam a pele e, assim, podem “bronzear” sem sol. Se a sua escolha recair sobre eles, lembre-se de passá-los só uma vez por dia e no corpo inteiro de maneira uniforme, para evitar aquele efeito zebra.

4 - É verdade que existem pessoas alérgicas ao sol?

Sim, é verdade. Para alguns indivíduos um simples banho de sol é capaz de provocar erupções dolorosas na pele. “No entanto, esse problema não é comum”, garante a dermatologista Ediléia Bagatin. No caso, pode-se dizer que existe mesmo uma alergia ao sol. Só que essa reação alérgica nunca aparece do nada. “Ela é mais freqüente quando a pessoa já tem alguma doença de pele ou está tomando algum remédio.” As drogas mais perigosas, nesse aspecto, são os antibióticos e as pílulas anticoncepcionais. “Eles aumentam a sensibilidade aos raios solares”, esclarece a dermatologista Shirlei Borelli, de São Paulo.

5 - Os bronzeadores à base de urucum são os melhores?

“Não, isso é um absurdo”, alerta Ediléia Bagatin. “Em primeiro lugar, o termo bronzeador não deveria nem existir. Isso porque não há nenhum produto capaz de estimular o bronzeado.” Em outras palavras, só a radiação solar consegue estimular a melanina, o pigmento que escurece a pele. O que existe na formulação dos cosméticos são outros pigmentos que se depositam no corpo e enganam os olhos, conferindo o tom alaranjado. E muita atenção: o urucum é totalmente contra-indicado. “Ele provoca queimaduras, pois seus componentes aumentam a ação dos raios ultravioleta”, diz Ediléia.

6 - O que devo fazer para evitar o ressecamento e tratar as queimaduras?

O calor do sol acaba ressecando a pele. “Para impedir que isso ocorra, use sempre um filtro solar com creme hidratante”, recomenda Zilda Najjar. É preciso repor a água perdida. Por isso, também tome um banho rápido, de preferência frio ou morno, depois da exposição. Já o tratamento das queimaduras vai depender da gravidade delas. “Se forem só bolhas pequenas e superficiais, que se rompem durante o banho, evite o sol por uma semana e use um creme hidratante”, ensina Zilda. “Mas, se elas forem grandes e profundas, não deixe de procurar um médico.”

7 - O bronzeamento artificial leva ao câncer de pele?

“Se ele for realizado com freqüência, pode levar, sim, ao câncer de pele”, afirma Shirlei Borelli. As câmaras de bronzeamento artificial emitem separadamente os raios ultravioleta A e B ou os dois juntos. Hoje em dia, as mais comuns são aquelas que usam apenas o UVA. “Elas são menos cancerígenas do que as de UVB apenas, mas também levam aos tumores com o tempo”.

8 - Os bloqueadores e os filtros solares devem ser usados mesmo em dias nublados e chuvosos?

Sim, pois os raios ultravioleta — aqueles que provocam o envelhecimento precoce e o câncer de pele — não têm nenhuma dificuldade para passar pelas nuvens. E mais: num dia nublado a radiação infravermelha, que dá a sensação de calor, não chega até nós. “A gente perde a noção de termômetro e não percebe que está se queimando”, diz Ediléia Bagatin. Portanto, nunca deixe de se proteger.

9 - Quantas vezes por semana eu posso usar essas camas de bronzeamento artificial? É preciso aplicar filtro solar?

“É melhor que a pessoa esteja sem nenhum produto sobre a pele no momento do bronzeamento artificial, a não ser em áreas muito sensíveis, como os mamilos”, opina Shirlei Borelli. A freqüência de exposição varia de pessoa para pessoa. Mas a prática é desaconselhada pela imensa maioria dos especialistas. “Em princípio, ninguém deveria submeter-se ao bronzeamento artificial”, aconselha Maurício Alchorne, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia. “Se, por acaso, a pessoa for um artista ou um modelo e tiver realmente a necessidade de mudar o tom da pele por causa do trabalho, tudo bem, desde que o uso dessas câmaras não se torne um hábito.” Aí, sim, mora o perigo.

10 - O bronzeamento artificial deixa a pele envelhecida?

Sim. E muito. Uma das características das ondas ultravioleta A — as mais freqüentes nas câmaras de bronzeamento — é que atingem as camadas mais internas da pele. Assim, há menos chance de causar vermelhidão e queimaduras do que a luz solar natural. “Em compensação, como essa radiação penetra mais profundamente, acaba provocando um envelhecimento muito mais acelerado”, revela Zilda Najjar. O risco de câncer também pode ser maior.


Observações importantes

• Os raios do bronzeamento artificial são iguais aos do sol. Só que eles levam ao envelhecimento precoce mais rápido. Sem contar que também oferecem o risco de câncer de pele.

• Todo ano surgem cerca de mil novos casos de câncer de pele no Brasil. Em um país ensolarado como o nosso, o filtro solar deve ser usado diariamente.

• Usar chapéu é uma boa dica para se proteger do sol. Quem abre mão do acessório deve usar um filtro com fator de proteção 15, todos os diasSe você fica vermelho depois de 5 minutos de sol, vai demorar 10 vezes mais tempo — ou seja, 50 minutos — se usar um filtro com FPS 10.



A felicidade é contagiosa


A felicidade e o bem-estar dos seus amigos, e dos amigos deles, podem ter influência direta no seu humor, nos seus hábitos e na sua qualidade de vida.

Você já deve ter ouvido falar da teoria dos seis graus de separação. É aquela que nos coloca a uma distância de até meia dúzia de pessoas do resto do mundo. Pela hipótese, qualquer um é capaz de apertar as mãos, por exemplo, dos vencedores do Prêmio Nobel de Medicina 2008 — os franceses Françoise Barre-Sinoussi e Luc Montagnier, que descobriram o vírus causador da aids, o HIV — acionando apenas alguns poucos contatos. Entre os matemáticos, ainda restam cálculos que comprovem tal fenômeno, que eles chamam de pequenos mundos. Já no campo da cura e da prevenção de doenças, os pesquisadores somam cada vez mais evidências de que essa mesma rede de amizades funciona como um poderoso canal de contágio de bom humor, bem-estar e até felicidade.

O que pesquisas recentes mostram é que, assim como vírus e bactérias, a saúde também é transmissível — só que por meio dos laços afetivos criados entre nós. Na prática, quem se aproxima de gente que faz ginástica, por exemplo, tende a espantar o sedentarismo sem sofrimento. Aqueles que presenciam a decisão de um amigo de parar de fumar têm mais chances de largar o cigarro. E os que preferem conviver com pessoas alegres acabam tornando-se mais satisfeitos com a vida. De acordo com um estudo assinado pela Harvard Medical School, nos Estados Unidos, se um grande amigo seu ficar contente, a probabilidade de você começar a rir à toa só por conviver com ele é de 60%.

Como humores e hábitos se tornam contagiosos? Os mecanismos que permitem a propagação de algo que não cabe em um tubo de ensaio ainda pedem mais esclarecimentos. Os cientistas, porém, têm algumas pistas. “Os animais sociais, como é o caso do homem, nascem com a capacidade de imitar seus pares mesmo sem ter consciência disso. É o efeito camaleão” explica a neurocientista Eliane Volchan, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Fazendo isso, o indivíduo consegue incluir-se no grupo e obter a necessária proteção para sua sobrevivência.”

Seria como uma mímica involuntária ou instintiva, a mesma que nos rege toda vez que presenciamos um bocejo — quando nos damos conta, já estamos com o bocão aberto. Mas o trabalho do pessoal de Harvard vai ainda mais longe: sugere que a transmissão pode se dar entre desconhecidos, e a distância. De acordo com os pesquisadores, existem até três graus de contágio social. Ou seja, o amigo do vizinho de porta do seu melhor amigo tem influência sobre sua felicidade.

Outro aspecto que reforça a importância dos nossos relacionamentos é o papel das amizades na conquista da saúde. Um artigo do jornal americano The New York Times publicado em abril mostra que o amparo emocional do amigo é capaz de prolongar a vida, renovar a memória, combater o câncer, proteger o coração e até evitar a obesidade. A neurocientista Eliane Volchan complementa: “Temos evidências de que a amizade acelera o tempo de cicatrização de uma lesão e também ajuda a reduzir o estresse”.

Fonte: Revista Saúde é Vital


Problema hormonal pouco diagnosticado pode ser causa de infertilidade


Há algum tempo venho notando que muitas mulheres tentam engravidar e não conseguem, mesmo recorrendo a avançados tratamentos médicos. Eu mesma tenho amigas e familiares que estão vivendo esse drama.

Essa semana, eu li uma matéria no The New York Times que fala justamente sobre essa questão. Uma médica levantou a lebre sobre um problema hormonal, ainda pouco diagnosticado, que causa a produção excessiva de andrógenos. Em mulheres, pode interferir com a ovulação; em homens, pode causar baixa contagem de esperma.

Os andrógenos são hormônios masculinos responsáveis pelo aparecimento dos pêlos nos locais habituais, pela oleosidade da pele e influenciam na libido. Eles estão presentes na mulher, mas podem trazer complicações se surgirem em quantidades consideradas anormais para o sexo feminino. Eles são produzidos pelas glândulas supra-renais (localizam-se em cima dos rins) e em pequena quantidade pelos ovários. O mais conhecido deles é a testosterona, que no homem está presente em quantidades muito maiores.


Veja abaixo a reportagem:

Durante mais de quatro anos, Joann Citrone, de West Deptford, Nova Jersey, atravessou todas as possibilidades de caros tratamentos contra a infertilidade. Porém, foi somente dois anos depois que ela e seu marido adotaram o segundo filho na Coreia do Sul, que ela finalmente recebeu o diagnóstico correto.

Ela sofria de uma condição comum, ainda que negligenciada, capaz de levar à infertilidade e a uma variedade de complicados sintomas - embora seja facilmente tratável quando diagnosticada corretamente.

A doença se chama hiperplasia suprarrenal congênita não clássica, ou HSC - uma deficiência hormonal que causa a produção excessiva de andrógenos. Em mulheres, pode interferir com a ovulação; em homens, pode causar baixa contagem de esperma. Além disso, a condição pode levar a baixa estatura, odores corporais, acne, menstruação irregular e o crescimento capilar excessivo, chamado de hirsutismo. Citrone, hoje com 38 anos, experimentou também alguns desses sintomas.

"O tratamento é tão simples e barato", disse a Dra. Maria New, professora de pediatria e genética humana na Escola de Medicina Mount Sinai, considerada a principal autoridade no assunto.

O diagnóstico é baseado num exame de sangue para níveis excessivos de um hormônio chamado 17-hidroxiprogesterona - há também um exame genético -, e o tratamento envolve pequenas doses do esteroide dexametasona. Ele pode reverter muitos dos sintomas em períodos que variam de três meses a dois anos e meio.

New, que estudou a doença entre nova-iorquinos, disse tê-la encontrado em uma a cada cem pessoas, porém com uma frequência maior em certos grupos étnicos - um em cada 27 judeus asquenazes, por exemplo, e um em cada 40 hispânicos. É a mais comum entre as doenças recessivas autossômicas, nas quais uma criança herda duas cópias de um gene recessivo dos pais - uma classe que inclui a anemia falciforme, a doença de Tay-Sachs e a fibrose cística. Entretanto, nem todos que apresentam a doença desenvolvem sintomas, ou precisam de tratamento.

"Isso é muito varável", disse New, "e algumas vezes apenas um sintoma aparece".

Em sua forma mais grave, a HSC clássica, a produção excessiva de andrógenos pode resultar, nas meninas, em genitálias ambíguas. Na forma não clássica, o excesso de andrógeno é menor, logo os sintomas são mais leves ou inexistentes.

Nem todos os centros de fertilidade realizam testes para a doença, ou fazem o teste apenas depois de tentar outros tratamentos. Alguns obstetras desconhecem a doença e seus efeitos na fertilidade, disse o Dr. Zev Rosenwaks, diretor do Centro de Medicina Reprodutiva do Hospital Presbyterian-Weill Cornell de Nova York.

Dr. Jamie Grifo, diretor de endocrinologia reprodutiva na Universidade de Nova York, afirmou realizar os testes quando as pacientes não estão ovulando e não respondem a medicamentos para a ovulação.

"Acho que isso passa despercebido com bastante frequência", disse ele. "Não acho que á algo muito comum, mas é mais comum do que as pessoas pensam".


Ovários policísticos

Sintomas como ciclos menstruais irregulares, acne e hirsutismo podem imitar os de uma doença mais conhecida, chamada síndrome do ovário policístico (SOP). Realmente, um estudo sugeriu que 10% das mulheres com essa síndrome possuíam uma leve HSC. Rosenwaks afirmou que examina mulheres por SOP, mas que muitos centros não o fazem.

Em pacientes mais jovens, a doença é frequentemente confundida com a puberdade. "Muitos relatórios estão dizendo que a idade inicial da puberdade está diminuindo, então muitos médicos descartam os sintomas como puberdade precoce", disse Suzanne Levy, diretora-executiva da Cares Foundation, uma organização de pesquisa e apoio para pessoas com HSC.

A Citrone, por exemplo, disseram inicialmente que ela tinha os níveis de testosterona altos. "Enquanto crescia, nunca me senti como menina ou mulher", contou ela, acrescentando, "Tive diagnósticos errados por 15 anos".

Finalmente, depois de receber o diagnóstico correto, ela foi tratada com dexametasona. Hoje ela tem ciclos regulares, muitos de seus outros sintomas diminuíram, e foi informada de que provavelmente poderá ter filhos.

"Mas agora já temos dois", disse ela, "então estamos bem".

Terri, que pediu que seu sobrenome não fosse divulgado para proteger sua privacidade, percebeu que sua filha de seis anos tinha pelos loiros nas axilas. Numa consulta realizada aos sete anos, o pediatra também percebeu ralos pelos pubianos e, embora suspeitasse de puberdade precoce, acabou enviando a menina a um endocrinologista.

Após diversos meses, ela recebeu um diagnóstico de HSC não clássico. Os médicos ficaram relutantes em usar esteróides, preocupados com seus efeitos em longo prazo, porém, um ano e meio depois, seus ossos começaram a crescer rápido demais, e outros sintomas preocupantes começaram a aparecer: maior crescimento capilar, cabelos muito oleosos e forte odor corporal. Então, ela recebeu pequenas doses de esteroides.


Crianças e adolescentes

A característica de crescimento ósseo da HSC em crianças não dura muito tempo, e elas podem acabar com uma estatura anormalmente baixa. "Essas crianças são as mais altas de suas classes", disse New, "mas elas param de crescer aos 7 ou 8 anos de idade".

Para combater isso, algumas crianças recebem hormônios chamados glicocorticóides; outras recebem hormônios de crescimento, ou remédios para atrasar o início da puberdade, quando termina o crescimento dos ossos. Todavia, esse tratamento é considerado experimental, segundo a Dra. Phyllis W. Speiser, chefe de endocrinologia pediátrica do Hospital Infantil Schneider, localizado em New Hyde Park, Nova York.

Muitos adolescentes com acne severa ou hirsutismo, especialmente aqueles que não apresentaram os sintomas iniciais da doença, recebem diagnósticos errados. Eles podem usar remédios ou realizar caros tratamentos de remoção de pelos antes de fazerem um exame de HSC ou serem encaminhados a um endocrinologista. "O diagnóstico deve preceder o tratamento", disse Speiser.

Nem todas as crianças com a doença devem ser tratadas com glicocorticóides. "Há pacientes que possuem sintomas mínimos e podem responder a tratamentos para acne", disse. As pessoas com testes positivos para HSC, mas assintomáticas, aparentemente não se beneficiam dos glicocorticóides.

"As classes de pessoas que precisam ser avaliadas", disse ela, "são crianças com sinais precoces de desenvolvimento sexual, meninas jovens com pelos faciais e corporais em excesso, qualquer pessoa com acne que não responda a tratamentos comuns, aquelas com ciclos menstruais severamente irregulares, e pessoas com problemas de fertilidade".

Citrone, que se submeteu aos custosos tratamentos de fertilidade, disse ter ficado aliviada ao finalmente saber o que acontecia em seu corpo.

"Eu me sentia muito nervosa e enganada", concluiu ela. "Mas a médica que me diagnosticou corretamente salvou minha vida".

Fonte: The New York Times


DO NOT DISTURB


ESSA É A ÚLTIMA VEZ QUE EU VOU REPETIR ISSO:

A ÚNICA COISA QUE EU CONSIGO SENTIR POR GENTE INÚTIL É DÓOOOOOO...

DO NOT DISTURB, MANÉ!!! I HAVE MANY THINGS TO DO.

NÃO ENTENDEU????

NÃO PERTURBE, MANÉ!!! EU TENHO MUITAS COISAS PRA FAZER.


PS: VAI PROCURAR UM EMPREGO E SAI DO COLO DOS TEUS PAIS E IRMÃO. NINGUÉM MERECE SUSTENTAR VAGABUNDO!!!



domingo, 12 de julho de 2009

Roberto Carlos emociona 68 mil pessoas no Maracanã


Não dá pra descrever o sentimento que é ver o Rei cantar ao vivo, mesmo debaixo de uma chuva torrencial... É tudo de bom. Uma emoção que sem dúvida ficará guardada na lembrança das mais de 60 mil pessoas que passaram pelo Maracanã ontem.


O rapaz de Cachoeiro de Itapemirim, que só conhecia o Maracanã como o templo do futebol, jamais imaginou que o estádio, convertido em palco de megashows, um dia seria todo seu. O Rei adentrou o palcou em seu calhambeque azul.


Quem estava de longe, nas arquibancadas, via Roberto pequenininho, e conferia os detalhes pelos telões. Ele chegou já fazendo declaração de amor ao público, que retribuiu com muitos gritos de "eu te amo" e "rei, rei, rei, Roberto é nosso rei", com palmas e cantando junto. "Essa é a maior emoção que eu já senti em toda a minha vida. Parece um sonho. Se eu estiver sonhando, não me acordem até o fim do show", disse o cantor, pouco antes de abrir a noite com Emoções. Em seguida, vieram Eu te amo, te amo, te amo, Além do horizonte, Amor perfeito, Detalhes e muitos outros clássicos.



Roberto foi acompanhado por 40 músicos. O palco de 500 metros quadrados foi o maior que ele já pisou. O público para o qual cantou, não. Em 1992, já havia se apresentado para 300 mil pessoas em Mar del Plata, na Argentina. No entanto, todos no Maracanã sabiam que aquele era um show especial.


Não sei se é impressão minha, mas parece que o Roberto voltou a ser o Roberto. Quero dizer, voltou a cantar com a mesma emoção que encantou e influenciou gerações. É que o Rei andava meio pra baixo depois da perda de sua amada Maria Rita.


Veja abaixo a entrevista concedida à jornalista Patrícia Poeta, logo após o show:


REI REVELA QUE VAI CONTINUAR CANTANDO O AMOR

Roberto, minha primeira pergunta não podia ser diferente: Como foi o show? Foi do jeito que você esperava, que você sonhava?

Roberto Carlos - Foi muito mais do que eu esperava, muito mais do que eu sonhava. Uma emoção dessas, sinceramente, é a maior que eu realmente já vivi na minha vida.

No ensaio você me contou que estava nervoso. E hoje? Você ficou nervoso em algum momento? O Rei ficou nervoso ou não ficou?

Estava muito nervoso, mas quando eu sinto toda essa energia, todo esse amor das pessoas que me recebem, isso me acalma. Todo aquele nervosismo fica tranquilo. E eu me sinto, realmente, como se estivesse cantando na sala com minha família.

O pessoal do Maracanã está indo embora com imagens e com momentos que vão ficar na lembrança para sempre. E você? Qual é o momento mais especial, o momento mais emocionante que mexeu com você no palco?

Hoje alguns momentos mexeram comigo. Estar com meu irmão, meu amigo Erasmo Carlos, é uma coisa que mexeu muito comigo. Ele é o irmão que eu escolhi. Ele é o cara que realmente tem me acompanhado em toda essa minha trajetória. Em todos os meus caminhos, compondo comigo nas madrugadas, a gente fazendo tudo aquilo que a gente gosta de fazer, sabe? O encontro com a Wanderléa também... Foi uma coisa, realmente, que não dá para explicar.

Você viu que nem a chuva atrapalhou esse espetáculo. As pessoas ficaram cantando e dançando...

É uma coisa mais maravilhosa ainda. As pessoas não se perturbaram com a chuva. Esse público tem me dado coisas maravilhosas.

Vamos falar daquele momento final do show, que é um símbolo dos seus shows, já uma tradição: quando você atira flores para as mulheres. É um momento especial para elas. O que significa isso para você?

Amor, amor. É o meu amor que eu coloco em cada flor que eu jogo para as pessoas, que me têm demonstrado tanto amor e me dão tanto amor. Faço questão de que as flores não tenham espinhos. Faço questão que as pessoas que preparam essas flores tirem todos os espinhos.

O que me chamou atenção é como tinha gente de gerações diferentes, de três ou quatro gerações, e é sempre assim. Por que você acha que a sua música consegue tocar no coração de tanta gente e por tanto tempo?

Eu sempre digo que eu gosto de tudo que o povo gosta. Tudo que eu faço é sempre o que eu gosto. Então, se eu gosto do que o povo gosta, como eu faço o que eu gosto eu estou fazendo o que o povo gosta.

Se a sua vida, nesses 50 anos, fosse uma música, que musica seria essa?

“Como é grande o meu amor por você”.

É a minha preferida.


Nesses 50 anos, faltou alguma coisa? Tem alguma coisa que você ainda não fez e quer fazer?

Tem. Com certeza. Com certeza, eu quero continuar falando do amor, sei lá, de uma forma [se emociona] que eu ainda não tenha conseguido falar. Com certeza, eu ainda vou conseguir falar do amor da forma que eu vejo o amor: na sua grandeza maior.

Gente inútil


A ÚNICA COISA QUE EU CONSIGO SENTIR POR GENTE INÚTIL É DÓ...
DÓ POR DESPERDIÇAREM A VIDA COM MEDIOCRIDADES.
DÓ POR SEREM PESSOAS VAZIAS.... SECAS DE AMOR.


MALA SEM ALÇA


EU JÁ TINHA POSTADO ISSO ANTES, MAS RESOLVI REPETIR EM HOMENAGEM A UMA AMIGA QUE ESTÁ ÀS VOLTAS COM UMA MALA SEM ALÇA AO CUBO.



OS MALAS DA VIDA

Que atire a primeira pedra quem nunca teve na vida uma mala sem alça. Quem já passou por isso sabe como é árdua a tarefa. Você empurra de um lado, ela empaca do outro... Você tenta carregar no colo, ela pesa demais. Não se engane, o mundo está cheio delas.


Existem de vários tamanhos e formatos:Há aquelas que são imensas, mas a bagagem interior é insignificante;


Há as lindas por fora, mas quando você analisa por dentro são verdadeiras latas de lixo ambulantes;


Há as minúsculas, mas cujo o interior é feito de pedra, pesam mais do que as outras;


Há aqueles modelos que vêm com propaganda enganosa, dizendo ter mil e uma utilidades, mas que no final das contas só ocupam espaço na sua vida;


Há também aquelas que se acham verdadeiras preciosidades, mas que no fundo não passam de uma sacolinha de feira daquelas bem ordinárias (e sem alça ainda por cima).


Os modelos são muitos. Qualquer hora, certamente, você irá topar com uma. Se isso acontecer, não caia em tentação. Não corra o risco de levar pra casa uma tralha sem utilidade. Agora, se você já tem uma, livre-se dela o mais rápido possível. E verás como a sua vida ficará mais leve.



É INCRÍVEL COMO A ESPERANÇA É ALGO QUE SE RENOVA A CADA DIA.
ESSE É UM GRANDE SEGREDO DA VIDA: TER ESPERANÇA.