segunda-feira, 18 de maio de 2009

Amor & Amizade

Perguntei a um sábio,

a diferença que havia

entre amor e amizade,

ele me disse essa verdade...

O Amor é mais sensível,

a Amizade mais segura.

O Amor nos dá asas,

a Amizade o chão.

No Amor há mais carinho,

na Amizade compreensão.

O Amor é plantado

e com carinho cultivado,

a Amizade vem faceira,

e com troca de alegria e tristeza,

torna-se uma grande e querida

companheira.

Mas quando o Amor é sincero

ele vem com um grande amigo,

e quando a Amizade é concreta,

ela é cheia de amor e carinho.

Quando se tem um amigo

ou uma grande paixão,

ambos sentimentos coexistem

dentro do seu coração.

(William Shakespeare)


Certas horas...

Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...

Não precisamos da paixão desmedida...

Não queremos beijo na boca...

E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...

Sem nada dizer... 

Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir... 

Alguém que ria de nossas piadas sem graça...

Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...

Que nos teça elogios sem fim...

E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade

inquestionável... 

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...

Alguém que nos possa dizer: 

Acho que você está errado, mas estou do seu lado... 

Ou alguém que apenas diga: 

Sou seu amor! E estou Aqui! 

(William Shakespeare)



O tempo é muito lento para os que esperam...

Muito rápido para os que têm medo...

Muito longo para os que lamentam...

Muito curto para os que festejam...

Mas, para os que amam, o tempo é eterno.

(Wiliiam Shakespeare)


"Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...

Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...

E ter paciência para que a vida faça o resto..."

(William Shakespeare)

Creme milagroso...






À VENDA NAS MELHORES LOJAS DE INFORMÁTICA DO PAÍS...



domingo, 17 de maio de 2009

Tristeza...


A TRISTEZA É LGO QUE CONSOME A RAZÃO E DILACERA A ALMA...

Sem palavras...


QUANDO AS PALAVRAS CALAM NO CORAÇÃO
É MELHOR RENDER-SE AO SILÊNCIO...

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Mico da semana...



Para o mundo que eu quero descer... ou melhor, me matar...

Eu já tinha visto essa revista no domingo passado, enquanto esperava na imensa fila do supermercado. Dei muita risada com uma mulher atrás de mim, que estava tão indignada quanto eu com a cara de pau do editor de fotografia da revista.

Vamos combinar, né, o Photoshop é uma maravilha da informática, mas tudo tem um limite... 

Verdade que a Susana Vieira tem um fôlego de dar inveja em muita mocinha de 20. Mas peraí, a mulher tem 66 anos... Onde foram parar os pneuzinhos, as gordurinhas localizadas, as manchas de sol, as marcas do tempo, as estrias e as celulites? Sim, gente, porque isso é coisa de mulher, todas têm, até as mais magrinhas.... 

A impressão que dá ao olhar essas fotos é que a revista Quem pegou o cabeça da Susana e colou no corpo da Jennifer Lopez...

É só comparar a foto interna da matéria com uma outra dela numa praia do Rio, desta vez sem o socorro do Photoshop:



Isso é maldade com a Susana.... Não precisa....
Ela tá em forma para uma quase septagenária.




quinta-feira, 14 de maio de 2009

Mulheres na direção

Todos os meses, escrevemos aqui na editora uma página para a Revista da Folha, intitulada Mulheres na Direção, com dicas para as moças que guiam. Vou começar a postá-las aqui. 

Boa leitura!


Heroínas também no trânsito  
Por: Marcia Vilas Boas

Medidas simples podem reduzir os transtornos causados pela volta às aulas e chuvas de verão Com o caos das ruas de São Paulo, algumas tarefas simples do dia a dia têm contribuído muito para piorar o trânsito. Mesmo com as rígidas normas impostas pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), é um grande desafio, especialmente para as mulheres, enfrentar os transtornos provocados pelos congestionamentos. É que, em geral, cabe a elas a tarefa de, a caminho do trabalho, deixar os filhos na escola, assim como apanhá-los ao final de um dia exaustivo. Muitas também aproveitam o intervalo de almoço das empresas para ir ao supermercado ou salão de beleza. 

A essas heroínas do dia a dia, no entanto, convém lembrar: é possível minimizar e até evitar essas situações caóticas. Basta adotar medidas simples e práticas, como sair de casa sempre com uma boa margem de tempo, para conseguir cumprir os compromissos sem pressa; dirigir ao som de músicas relaxantes; contar com o auxílio de GPS para encurtar caminhos e localizar-se com mais facilidade; e valer-se de porta-trecos dos veículos para ter tudo à mão, como guia de ruas, garrafas de água e até barrinhas de cereais.   

Também é importante resistir à tentação de parar em fila dupla ou estacionar em local proibido no momento de apanhar os filhos na escola. Muitos colégios já adotam um sistem de comunicação por rádio, que avisa os professores da chegada do responsável pela criança. Assim, dar uma ou duas voltas no quarteirão até o aluno ser liberado é menos penoso do que esperar por ele em uma fila de mães aflitas que muitas vezes abusam das buzinas. 

Em dias de chuva, além do aumento do índice de acidentes, por conta da redução da visibilidade, há o risco de enchentes e alagamentos. Agrava ainda a situação o fato de alguns motoristas reduzirem a velocidade para dar uma espiada a qualquer sinal de tumulto. 

A saída, nesses casos, é redobrar a atenção. As recomendações básicas ao dirigir em meio à chuva fina ou a fortes pancadas são diminuir a velocidade, acender o farol, ligar o limpador de para-brisa e o desembaçador e manter a distância de pelo menos dois veículos em relação ao da frente. Se a chuva se intensificar a ponto de causar alagamento, é desaconselhável seguir ou arriscar travessias perigosas. A melhor alternativa é parar o veículo em local mais alto e esperar a água baixar. Até porque, ao conduzi-lo durante uma enchente, a motorista pode encontrar obstáculos, buracos ou sujeiras impossíveis de ser vistas no asfalto.

Na chuva

·      Acenda o farol baixo. Além de melhorar a visão, a medida pode evitar a colisão traseira;

·      Diminua a velocidade e mantenha distância mínima de oito metros do veículo da frente (aproximadamente a medida de dois carros);

·      Não freie bruscamente nem faça manobras perigosas;

·      Mantenha a velocidade do limpador de para-brisa na mesma intensidade do volume de água;

·      Use um pano para limpar os vidros por dentro e ligue a ventilação e o desembaçador.


Em alagamentos

·      Engate a primeira marcha e só mude quando passar por ele;

·      Mantenha o carro acelerado e controle a velocidade pisando na embreagem. Isso evita que a água entre;

·      Se o escapamento estiver submerso e com ruído diferente, como o de bolhas, não acelere;

·      Caso tenha de parar o carro, mantenha o pé na embreagem, coloque em ponto morto e pise nos freios com cautela, sempre com o veículo acelerado, para que a água não entre no motor. 


Reflexão...


"Preocupe-se mais com a sua consciência do que com a sua reputação.

Porque a sua consciência é o que você é,
e a sua reputação é o que os outros pensam de você.

E o que os outros pensam, é problema deles."


O mau jornalismo de hoje em dia...


Há muito tempo o jornalismo deixou de ser arte. Antigamente, os profissionais iam parar nas redações muito mais por amor ao ofício de escrever do que, propriamente, como uma forma de sobreviver. Naquela época, era comum encontrar entre os jornalistas, professores, advogados, filósofos, escritores, entre tantas outras profissões nobres.

A matéria era apurada ao extremo, não existiam as assessorias de imprensa que hoje facilitam, até demais, o trabalho dos jornais, lotando suas caixas de correio com inúmeras sugestões de pauta. As informações chegavam por meio de fontes de total confiança dos jornalistas, que as protegiam, muitas vezes, com a própria vida.

Os jornalistas da antiga eram investigadores, saiam às ruas levando apenas o faro e caneta e papel. Sim, porque os gravadores só vieram bem mais tarde; celular, então... Era da sua apuração que saía a matéria; do seu potencial de observar, ouvir e enxergar o que os outros não percebiam.

Mostrar a cara não tinha problema para o jornalista da antiga. Como diz o dito popular ele "matava a cobra e mostrava o pau". Participava mais ativamente das discussões, não fica à margem, como hoje em dia. Por isso, era mais respeitado.

Mas a globalização mudou a forma de fazer jornalismo. Hoje, a velocidade da informação é assustadora. O que era novidade no jornal impresso, pela manhã, vira notícia velha na internet. Não há mais tempo viável para apurar os fatos. Tudo é pra ontem. As fontes sumiram, as assessorias surgiram com força total e as faculdades não param de descarregar profissionais do meio nas ruas.

Se por um lado o mundo hoje gera muito mais notícia, com seus inúmeros escândalos, guerras e afins, por outro, a imprensa também mudou, e pra pior. É fato, não dá mais pra negar! As grandes reportagens estão minguando. Hoje, se você sobe o morro para apurar uma notícia, é assassinado, como aconteceu ao jornalista Tim Lopes e a tantos outros menos famosos.

É uma pena, porque há tanto para se falar. O mundo não é só feito de guerras e escândalos. Há também cultura, lazer, arte, amor, ciência, história, etc... Assuntos que, na maioria das vezes, ficam condicionados às últimas páginas dos jornais.

Gostaria muito de ter vivido nos tempos áureos das grandes reportagens, dos grandes jornalistas. Como eu queria ter lido a Manchete, assistido a Tv Tupi, ou ouvido o Repórter Esso. Disso tudo, sei muito pouco, apenas o que contam os acervos ou as pessoas mais velhas.

Diante dessa triste constatação, vem uma pergunta que não cala: O que será de nós, jornalistas do século 21? Vamos sobreviver a tudo isso ou vamos sucumbir à comercialização da notícia? Alguém me diga, please...

A respeito desse tema, o jornalista Carlos Brickmann escreveu em seu blog no Observatório da Imprensa:

Onde estamos?

A notícia mereceu algum destaque, mais por ser estranha do que por qualquer outro motivo: "Menino de 12 anos é preso pela 11ª vez ao furtar carro". Saíram matérias bem completinhas: os pais explicam que não conseguem controlar o garoto, os vizinhos dizem que ele sempre aparece com carros na rua, o promotor da Vara de Infância e da Juventude assegura que a única saída é a internação. "Precisamos contê-lo. Ele vai continuar assim até alguém matá-lo." As onze prisões ocorreram num período de 18 meses – desde que ele tinha pouco mais de 10 anos.Aí as reportagens começam a ratear.

Não ocorreu perguntar ao promotor da Vara da Infância e da Juventude por que, se a saída é essa, não mandou internar o garoto. Ninguém foi entrevistar o delegado de plantão que, depois de receber o menino em seu distrito policial, devolveu-o na mesma noite à mãe, em vez de levá-lo ao CASA, órgão que substituiu a Febem, porque o Fórum já estava fechado. Ninguém, de nenhum meio de comunicação, foi perguntar às autoridades responsáveis pela infância e adolescência como é que se resolve o problema das internações, já que o Fórum fecha à noite e é à noite que ocorre a maior parte das infrações.

Será que aguardam o garoto ser morto e a questão se resolver sozinha
?


Ler e pensar

A opinião é de Gay Talese, um dos grandes jornalistas americanos (e autor do monumental O Reino e o Poder, uma história do The New York Times), numa bela entrevista a O Estado de S.Paulo: "Os jornalistas são hoje mais bem preparados que os de minha geração. Mas há o lado negativo. Há uma nova intimidade entre o mundo do governo, o mundo corporativo e o poder da imprensa. Acho que os jornais, principalmente o The New York Times, cobrem governo demais e não o país que não vive perto do governo".


quarta-feira, 13 de maio de 2009

Só rindo mesmo...

ALGUMAS SITUAÇÕES SÃO TÃO RIDÍCULAS E SURREAIS,
QUE SÓ MESMO DANDO MUITA GARGALHADA...


Amigos são estradas

Certos amigos são indispensáveis,
simples como aquela estradinha de terra no interior,
onde do alto da colina podemos avistá-la inteirinha;
sabemos onde podemos ir e onde podemos chegar,
são transparentes e confiáveis.

Outros, acabaram de chegar,
como estradas que só conhecemos pelo Guia,
e vamos nos aventurando sem saber muito bem seus limites;
é um caminho desconhecido,
mas que sempre vale a pena trilhar.

Tem amigos que lembram aquelas estradas vicinais,
que pouco usamos, pouco vemos,
mas sabemos que quando precisarmos, ela estará lá,
poderemos passar e cortar caminho;
mesmo distante, estão sempre em nossa memória.

Por certo, também existem amigos que, infelizmente,
lembram aquelas estradas maravilhosas,
com pistas largas e asfalto sempre novo,
mas que enganam o motorista,
pois são cheias de curvas perigosas,
e quando você menos espera...
é traido pela confiança excessiva.

E existem amigos que são como aquelas estradas
que desapareceram, não existem mais,
mas que sempre ligam a nossa emoção até a saudade;
saudade de uma paisagem, um pedaço daquela estrada,
que deixou marcas profundas em nosso coração.
Foram, mas ficaram impregnados em nossa alma.

E na viagem da vida, que pode ser longa ou curta
amigos são mais do que estradas,
são placas que indicam a direção,
e naqueles momentos em que mais precisamos,
por vezes são o nosso próprio chão.

(autor desconhecido)


PS: Queria agradecer a todos aqueles que direta ou indiretamente ajudam a tornar a minha vida mais feliz: os meus AMIGOS. Amo vocês de todo o meu coração...

Recordar é viver

Tem coisa mais gostosa do que recordar um passado maravilhoso??? 
Hoje passei a tarde toda conversando no msn com dois grandes e queridos amigos da época da faculdade (o trabalho tava sussu então deu, mas isso é raro): GABI E FAFA. 

Demos muita risada relembrando as nossas artes. Sim, porque nós éramos terríveis. A gente não tinha dó, tocava o puteiro mesmo. Os professores tinham medo da gente. Isso quando aparecíamos na aula, né... Porque quase sempre estávamos em algum canto enchendo a lata. 

Um vez, tomamos um porre de Miolo (vinho), que até hoje não bebo mais essa marca de vinho.Peguei trauma!!! Numa outra, fui "meio altinha" fazer uma prova de Informática - eu odiava essa matéria, não entendia nada e tinha aversão a computador (acreditem, eu já odiei computador um dia) -, mas baixou um espírito em mim na hora e tirei nota 10. Daquele dia em diante, passei a acreditar no poder do álcool como libertador dos nossos medos e traumas...rs.

Mas são tantas as histórias, que encheriam várias e várias páginas desse blog. Olha a gente aqui embaixo. A lindinha de rosa é a Érika, outra fofa da época. 

Gente, obrigada por me fazer rir tanto. Tava mesmo precisando disso. Amo demais vocês...

Niver da Gabi-2005: Márcia, Érika, Fabrício e Gabriela
Obs: não perguntem que cabelo é esse... prefiro não comentar...rs



Perdoar...

Por que é tão difícil perdoar? Você já se perguntou isso? 

Eu já, e muitas vezes. Sabemos, como nenhum outro animal, magoar o nosso semelhante. Somos, muitas e muitas vezes, ingratos e desrespeitosos, falamos coisas que ferem e agridem àqueles que nos rodeiam. Algumas vezes, reconhecemos nosso erro e formalizamos um simples pedido de desculpas (nem sempre de perdão), os mais civilizados, é claro, porque é comum dar as costas ao ser ofendido e fingir que nada aconteceu.  

Por outro lado, quando somos ofendidos, temos uma grande dificuldade em ouvir e aceitar as desculpas de quem nos magoou. Somos incapazes, na maioria dos casos, de abrir a mente e o coração para o outro. Arrumamos todo tipo de justificativa para isso, dizemos que fomos humilhados, ofendidos e, até mesmo, feridos de morte. E procuramos o caminho mais fácil para se livrar da dor: o esquecimento.  

Ao adotar esse tipo de postura, não nos damos conta de que estamos prejudicando ainda mais nossa integridade física e mental, já que esquecer nem sempre é o remédio certo para curar a mágoa. Perdoar, sim, é o caminho para alcançar a cura interna. O perdão pode não mudar o passado, mas certamente ajudará a construir um futuro mais leve, sem tantas neuroses. 

Segundo o dicionário Michaelis), a palavra perdão significa “conceder perdão, absorver, remitir (culpa, dívida, pena, etc), desculpar e poupar-se”. Sim! O ato de perdoar envolve tudo isso e ainda muito mais. Pesquisas e estudos vêm sendo desenvolvidos nesses últimos anos para mostrar e comprovar o poder e os benefícios do perdão.

Pesquisas e estudos vêm comprovando os benefícios, tanto mentais quanto físicos, do ato de perdoar. Porém, não é justo dizer que somente agora o mundo está se dando conta do poder do perdão. No aspecto científico, talvez, mas crença e religiões já pregam a importância do perdão há muitos e muitos anos, principalmente como um ato importante para a saúde do espírito.

No ano passado, o Hope College, em Michigan, EUA, realizou uma experiência com 71 voluntários. Nela, foi pedido a eles que se lembrassem de alguma ferida antiga, algo que os tivesse feito sofrer. Nesse instante, foi registrado o aumento da pressão sanguínea, dos batimentos cardíacos e da tensão muscular, reações idênticas às que ocorrem quando as pessoas sentem raiva. E quando foi pedido que eles se imaginassem entendendo e perdoando as pessoas que lhes haviam feito mal, eles se mostraram mais calmos, e com pressão e batimentos menores.

A questão principal, porém, é que o ato de perdoar não é uma das tarefas mais fáceis para nós, seres humanos. Tribos, sociedades, países, famílias e amigos já travaram e ainda travam batalhas, e verdadeiras guerras, por causa de diferenças entre as pessoas, ou devido a algum ato que desagradasse ou prejudicasse, espalhando pelo mundo ainda mais rancor e nem um pouco de paz. Mas o perdão não é impossível, nem mesmo nos casos mais graves, como vem tentando comprovar o Dr. Fred Luskin, autor de O Poder do Perdão e especialista em aconselhamento clínico e psicologia da saúde pela universidade de Stanford. 

Após ter sido muito magoado por um grande amigo, Luskin conseguiu, sozinho, achar uma forma de perdoar-lhe, e quis investigar se a sua técnica funcionaria com outras pessoas em casos semelhantes ou em casos mais graves. E desde então, deu início a suas pesquisas.

Em 1999, ele criou o projeto da Universidade de Stanford para o Perdão, tendo combinado em sua pesquisa dissertativa uma técnica psicoterapêutica, focada na emotividade racional, com alguns estudos sobre o impacto das emoções negativas, como raiva, magoa e ressentimento no sistema cardíaco.  

Suas técnicas foram aplicadas em várias experiências, sendo uma delas com dois grupos de pessoas que foram atingidas pelos conflitos entre protestantes e católicos, na Irlanda: um grupo, de mães que tiveram seus filhos mortos; outro, de homens e mulheres que perderam algum parente. Para esse projeto, Luskin contou com a cooperação de Carl Thoreses, PhD em Psicologia, e contou com o apoio de uma militante irlandesa que há trinta anos trabalha pela paz em seu país.

Os participantes foram separados em grupos experimentais e supervisionados, e passaram seis semanas tendo aulas sobre as técnicas de perdão de Luskin. Os primeiros resultados, segundo Thoresen, indicaram que os participantes apresentavam redução do nível de estresse, viam-se menos irados e mais confiantes de que, no futuro, eles perdoariam mais e mais facilmente. Além disso, o estudo mostrou que o perdão pode promover uma melhora na saúde física, pois esse grupo de pessoas apresentou uma diminuição significante em sintomas como dores no peito, na coluna, náuseas, dores de cabeça, insônia e perda de apetite. 

Luskin e Thoresen afirmam que essa melhora psicológica e física persiste por pelo menos quatro meses; em alguns casos, ao longo desses quatro meses, a melhora continua a progredir.   Luskin descreve o perdão como sendo uma forma de se atingir a calma e a paz, tanto com o outro quanto consigo mesmo. A terapia que ele propõe encoraja as pessoas a terem maior responsabilidade sobre suas emoções e ações, e serem mais realistas sobre os desafios e quedas de suas vidas.

Em O Poder do Perdão, ele explica o processo de formação de uma mágoa e demonstra como tal fato possui um efeito paralisante na vida das pessoas, baseando suas afirmações em investigações e pesquisas, principalmente em seu Projeto da Universidade de Stanford para o Perdão. Por meio de nove etapas, o autor ensina a sua técnica de perdão.


OS NOVE PASSOS DO PERDÃO - Segundo Fred Luskin 

1. Saiba exatamente como você se sente sobre o que ocorreu e seja capaz de expressar o que há de errado na situação. Então, relate a sua experiência a umas duas pessoas de confiança; 

2. Compromete-se consigo mesmo a fazer o que for preciso para se sentir melhor. O ato de perdoar é para você e ninguém mais. Ninguém mais precisa saber sua decisão; 

3. Entenda seu objetivo. Perdoar não significa necessariamente reconciliar-se com a pessoa que o perturbou, nem se tornar cúmplice dela. O que você procura é paz; 

4. Tenha uma perspectiva correta dos acontecimentos. Reconheça que o seu aborrecimento vem dos sentimentos negativos e desconforto físico de que você sofra agora, e não daquilo que o ofendeu ou agrediu há dois minutos ou há dez anos; 

5. No momento em que você se sentir aflito, pratique técnicas de controle de estresse para atenuar os mecanismos de seu corpo; 

6. Desista de esperar, de outras pessoas ou de sua vida, por coisas que não escolheram dar a você. Reconheça as “regras não cobráveis” que você tem para sua saúde ou para o seu comportamento e dos outros. Lembre a si mesmo que você pode esperar saúde, amizade e prosperidade e se esforçar para consegui-los. Porém, você sofrerá se exigir que essas coisas aconteçam quando você não tem o pode de fazê-las acontecer; 

7. Coloque sua energia em tentar alcançar seus objetivos positivos por um meio que não seja o de experiências que o feriram. Em vez de reprisar mentalmente sua mágoa, procure outros caminhos para seus fins; 

8. Lembre-se de que uma vida bem vivida é a sua melhor vingança. Em vez de se concentrar nas suas mágoas – o que daria poder sobre você à pessoa que o magoou – aprenda a buscar o amor, a beleza e a bondade ao seu redor; 

9. Modifique a sua história de ressentimento de forma que ela o lembre da escolha heróica que é perdoar. Passe de vítima a herói na história que você contar.


O Poder do Perdão 
Dr. Fred Luskin 
W11 Editores
Site: www.learningtoforgive.com  
(Fonte: Revista Sexto Sentido)



BOM DIA!


QUE SEU DIA SEJA REPLETO DE COISAS BOAS E SORRISOS LARGOS...

terça-feira, 12 de maio de 2009

A preguiça...

ENTÃO TÁ, NÉ...

SEI LÁ...



SE VOCÊ NÃO SABE, COMO EU VOU SABER?


DA MINHA INFÂNCIA...
DO MEU PAI...
DOS AMIGOS DA ESCOLA...
DE BRINCAR NA RUA...
DOS LUGARES POR ONDE PASSEI...
DAS ANGÚSTIAS DA ADOLESCÊNCIA...
DOS BEIJOS ROUBADOS...
DAS CARÍCIAS PROÍBIDAS...
DOS AMORES PERDIDOS...
DO DOCE DE AMENDOIM DA MINHA MÃE...
DO MEU CACHORRO QUE SE FOI...
DAS PESSOAS QUE ESTÃO LONGE...
DAQUELA BONECA DE PANO...
DO BALANÇO DE MADEIRA...
DE JOGAR QUEIMADA NO FIM DA TARDE...
DOS BAILINHOS DE FUNDO DE QUINTAL...
DAQUELA MÚSICA ANTIGA...
DAQUELE FILME DE AMOR...
DAS HORAS FELIZES...
DA PRAIA...
DAS MATINÊS DE CARNAVAL...
DAS RISADAS DESCONTROLADAS...
DE NÃO FAZER NADA E AINDA FICAR CANSADA...

QUE SAUDADE DAS COISAS BOAS DA VIDA. 
DAQUELE TEMPO EM QUE A GENTE ERA FELIZ POR TÃO POUCO...



Hoje eu tô me sentindo assim...



DE CABEÇA PRA BAIXO...



Vergonha na cara II


Gente, eu continuo indignada com algumas coisas que vejo nesse tal de Orkut.

Eu já falei aqui dos perfis falsos, os chamados "fakes"; das exibicionistas que adoram expor fotos de lingerie; daqueles que usam a ferramenta apenas para "azarar" ou "causar", como dizem por aí. Mas hoje quero falar de outra coisa, de gente que acende uma vela a Deus e outra ao diabo.
Algumas pessoas enchem o perfil de frases exaltando Deus, Jesus Cristo, os anjos e todos os santos. Escrevem lá coisas bonitas, frases de efeito, se autoproclamam adoradores do Senhor e por aí vai. Mas, ao fazermos uma análise mais criteriosa do tal perfil, damos de cara com comunidades nada ortodoxas ou cristãs, tipo "Eu tenho a pegada", "Eu adoro homem/mulher safado/a", "Eu sou gostosa", "Traz a mangueira que eu tô pegando fogo", entre outras. Eu sei que o Orkut é individual e que cada um faz do seu o que bem entender. Porém, o que me indigna, mais uma vez, é a falsa moral.

Outra dia, meio que sem querer querendo (a curiosidade é foda), eu acessei um desses perfis de falsa-beata. Numa primeira leitura, fiquei tão tocada com os dizeres que pensei até em indicá-la para ser canonizada. Mas qual não foi minha surpresa ao olhar do lado superior esquerdo (onde aparecem as janelinhas dos amigos, na tela principal) e dar de cara com uma mulher de quatro, com a buzanfa de fora e uma calcinha vermelha fio dental atolada.

Lógico que eu fui dar uma espiadinha no orkut da tal mocinha buzanfuda. Era um perfil pornô cheio de fotos e vídeos de sexo. Lógico, também, que eu não acessei nenhum link, né... não sou louca a esse ponto. Essas coisas estão infestadas de vírus.

Agora, falando sério... Como alguém que fala em nome de Deus e de Jesus pode ter em seu perfil, como amigo, alguém que explora pornografia. Alguma coisa tá errada... Só pode...

Eu não sou contra pornografia, desde que respeite princípios como não explorar menores de idade ou situações de desrespeito ao ser humano. Acho, até, que se utilizada em momentos propícios, ela é bem boa e ajuda a apimentar o sexo.

Agora, meus caros, peraí... Misturar pornografia com Deus não dá, né...

Me poupem.... Tá faltando vergonha na cara neste mundo!


Meus medos...



Eu também tenho meus medos...
Sou feita de carne e osso e emoções.
Às vezes penso que mais de emoções do que de matéria.
Minha alma é como a ave que migra para sobreviver ao inverno rigoroso.
Não gosto mesmice, por isso não paro. Sou como o vento que muda a direção para descobrir outros horizontes.
Sou como as ondas do mar, que viajam quilômetros para chegar à praia. Mas engana-se quem pensa que ali elas morrem. Elas apenas retornam ao ponto de partida, para, então, começar novamente a longa viagem.
Sou como o velho andarilho, que acostumado à liberdade, não fixa pouso.
Mas também sou feita de sonhos e medos. Sonhos que alimentam meu espírito aventureiro e medos que aterrorizam minha mente inquieta.
Sim... Eu tenho medo! Medo da noite escura, da velhice, da solidão, da ingratidão, da mentira, do caos, do falta de misericórdia, da prepotência, do abismo, da morte...
Tenho medo sim, pois até a mais forte das rochas pode um dia se partir.



MEDO - O GRANDE INIMIGO 

Afirma-se que o medo é o maior inimigo do homem. O medo está por trás do fracasso, da doença e das relações humanas desagradáveis. Milhões de pessoas têm medo do passado, do futuro, da velhice, da loucura e da morte. O medo é um pensamento em sua mente e você tem medo dos seus próprios pensamentos.

Um menino pode ficar paralisado pelo medo quando lhes dizem que há um homem mau debaixo de sua cama e que vai levá-lo. Quando o pai acende a luz e mostra-lhe que não há ninguém, ele se liberta do medo. O medo na mente do menino foi tão real como se houvesse de fato um homem debaixo de sua cama. Ele se curou de um pensamento falso em sua mente. A coisa que temia, na verdade, não existia. Da mesma forma, a maioria dos seus medos não têm base na realidade. Constitui apenas um conglomerado de sombras sinistras e as sombras não têm realidade.

Ralph Waldo Elerson, filósofo e poeta, disse: Faça aquilo que você receia e a morte do medo será certa.

Quando você afirma positivamente que vai dominar seus receios e chega a uma decisão definitiva em sua mente consciente, liberta o poder do subconsciente, que flui em resposta à natureza do seu pensamento.

Vou descrever agora um processo e uma técnica que ensino há muitos anos. Funciona como um encantamento. Tente-o!

Suponha que você tem medo da água, de montanhas, de uma entrevista, do público ou de lugares fechados.

Se você tem medo de nadar, comece agora a sentar-se tranqüilamente durante uns cinco a dez minutos, três a quatro vezes por dia, e imagine que está nadando. É uma experiência subjetiva. Mentalmente você está se projetando como se estivesse dentro d’água. Você sente a friagem da água e o movimento de seus braços e pernas. É tudo tão real e vívido, constituindo uma alegre atividade da mente. Não é um devaneio inútil, pois você sabe que está experimentando em sua imaginação o que depois se desenvolverá em sua mente consciente. Você será compelido a expressar a imagem da representação do quadro que imprimiu em sua mente mais profunda. Essa é a lei do subconsciente.

Você pode aplicar a mesma técnica se tem medo de montanhas ou de lugares altos. Imagine que está escalando uma montanha, sinta a realidade desse ato, aprecie o cenário, sabendo que, fazendo-o mentalmente, o fará depois fisicamente com facilidade e segurança.

Você nasceu apenas com dois medos: o medo de cair e o medo do barulho. Todos os seus outros medos são adquiridos. Livre-se deles.

O medo normal é bom, o medo anormal é mau e destrutivo. Permitir constantemente os pensamentos de medo acarreta o medo anormal, obsessões e complexos. Temer alguma coisa persistentemente provoca um sentimento de pânico e terror. Você pode superar o medo anormal quando sabe que o poder do seu subconsciente pode mudar os condicionamentos e realizar os desejos acalentados por seu coração. Dedique sua atenção e devote-se, imediatamente, ao seu desejo, que é o oposto do seu medo. Este é o amor que expulsa o medo. Enfrente seus temores, traga-os à luz da razão. Aprenda a sorrir dos seus temores. Esse é o melhor remédio.

Texto extraído de:
O Poder do Subconsciente
Dr. Joseph Murphy



Gratidão



Você já disse obrigado hoje?
Pois deveria....

A gratidão é uma virtude que precisa ser cultivada e desenvolvida continuamente. Precisa se tornar um hábito diário. Muitas vezes não nos lembramos de agradecer e apenas reclamamos.

Em vez de se lastimar, mude essa atitude de vítima para uma atitude positiva, agradecendo desde que abre os olhos de manhã até a hora de dormir. Ao fazer isso você abre seu coração, abre seu entendimento para descobrir quantas bênçãos pequenas e grandes você recebe a cada dia. Desse modo, você passa a perceber as bênçãos "invisíveis" que nem tinha notado. Passa a sentir como foi protegido, amparado, ajudado tantas e tantas vezes.

O sentimento de gratidão nos liberta da preocupação e nos acalma. Ao agradecer, nosso coração descansa, nossa mente se aquieta, relaxamos mais, dormimos melhor e ficamos livres de tantas tensões da vida moderna.

A gratidão cura as doenças psicossomáticas e crônicas. Cura as dores da alma como a depressão, a tristeza, a solidão, melancolia, a baixa-estima, insônia e ansiedade.

Lembre-se sempre de demonstrar sua sincera gratidão a todos que o ajudam. Expressar gratidão é uma força poderosa; é um atributo natural da mente voltada para a prosperidade.

Ao desenvolver esse hábito de agradecer você aciona a energia curativa do universo e muda as circunstâncias e o ambiente ao seu redor.

É importante recordar-se de agradecer. Existem maneiras concretas de nos ajudar a lembrar de agradecer, como escrever bilhetinhos e espalhá-los onde possamos ler ou escrever um diário contemplando as graças recebidas.

E mentalmente, repita, várias vezes ao dia: Obrigado, obrigado, obrigado Deus. Experimente isto e sinta como você fica mais calmo, completo e feliz.

Sinta também como a prática da meditação e o relaxamento naturalmente tornam o coração agradecido, porque purificam os padrões mentais, limpam a mente das emoções e sentimentos negativos que lhe impediam de sentir gratidão.

Torne-se sensível às belezas da natureza. Desperte sua percepção para observar mais a beleza do mar, das montanhas, da vegetação, das flores, frutos e árvores, dos rios e cachoeiras. Deleite-se com o canto dos pássaros. Sinta carinho e respeito pelos animais. Agradeça a Deus pelo seu universo tão pleno de maravilhas.

Em vez de só reclamar e se focar nos defeitos e faltas, podemos ver o lado positivo. Quando não somos gratos, não somos capazes de sentir felicidade, porque ficamos focados no que não tivemos, no que não temos e achamos que nunca temos o suficiente.

Ao conquistar a virtude de ter um coração agradecido, você respeita a todos e ao mesmo tempo não perde seu discernimento. É o antídoto para o orgulho.

Por meio da gratidão você sintoniza com mais bênçãos divinas e atrai a boa sorte.

E lembre-se, também, de contar suas bênçãos. Lembre-se do tanto que há para agradecer:


Agradeça a Deus, a fonte divina de onde recebemos tudo; 
Agradeça a vida; 
Agradeça ao seu corpo e sua mente;
Agradeça a seus pais, filhos, parentes, amigos, a todas as pessoas e acontecimentos;
Lembre-se de todas as coisas boas de sua vida;
Permita que a gratidão dissolva seu cansaço, tristeza e karmas;
Permita que seu coração se torne suave e doce através da gratidão e experimente entusiasmo e tranqüilidade.


Até tu, Barbie???


É... o tempo é implacável, mesmo... passa pra todo mundo....rs.
Não perdoou nem a pobre Barbie,

(piadinha enviada pela Erika, uma amiga muito querida)