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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Virada da Comunicação em SP



Grande centro de debates, São Paulo apresentará três congressos simultâneos durante os dias 28 e 31 de maio na chamada “Virada da Comunicação”: Congresso Mega Brasil de Comunicação, 5º Congresso Brasileiro da Indústria da Comunicação e o 4º Congresso Internacional CULT de Jornalismo Cultural.




Entre os dias 29 e 31 de maio, a capital paulista recebe a 15ª edição do Congresso Mega Brasil de Comunicação, que conta com painéis demonstrados por especialistas profissionais ligados aos mais diversos gêneros da comunicação, como Lisa Evia, diretora da Navistar Internacional Corporation, além do presidente da Public Affairs da Kreab Gavin Anderson, Josh Shapiro - diretor da MSL Global - e grandes nomes do mercado nacional, como Miguel Jorgem Ricardo Gandour e Marcos Jank. 

Já o desenhista sueco Art Spiegelman; o escritor e propulsor do Novo Jornalismo, Gay Talese; e o professor de Harvard em História da Cultura, Robert Darnton serão alguns dos palestrantes presentes no 4º Congresso Internacional CULT de Jornalismo Cultural, que ocorrerá de 28 a 31 de maio no Teatro Tuca. 

Organizado pela Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap), o 5º Congresso Brasileiro da Indústria da Comunicação acontecerá no World Trade Center, dias 28 a 30 de maio, com a participação do arcebispo sul-africano Desmond Tutu, ganhador do Prêmio Nobel da Paz, para cerimônia de abertura, complementada com jantar de gala após comissões, e palestras com Ronaldo Nazário, Dalton Pastore, Erh Ray, entre outros.





Serviço: 
Virada da Comunicação
Data: de 28 a 31 de maio.
Confira programação abaixo.

Programação:
15º Congresso Mega Brasil de Comunicação
Data: de 29 a 31 de maio.
Horário: terça, das 9h30 às 19h30; quarta, das 9h30 às 21h; quinta, das 9h30 às 17h30 (confira programação de palestras e debates no site).
Local: Centro de Convenções Rebouças.
End.: Av. Rebouças, 600.
Preço: de R$1.530 a R$2.600.
www.megabrasil.com.br/congresso2012

4º Congresso Internacional CULT de Jornalismo Cultural
Data: de 28 a 31 de maio.
Horário: segunda, a partir das 9h; terça, quarta e quinta, a partir das 9h30 (confira programação de palestras, debates e almoços no site).
Local: Teatro Tuca.
End.: Rua Monte Alegre, 1.024, Perdizes.
Preço: R$800, integral; estudantes e idosos, R$720 (dispõe de desconto para estudantes de universidades parceiras e assinantes da revista CULT; confira informações no site).
www.espacorevistacult.com.br/congresso

5º Congresso Brasileiro da Indústria da Comunicação
Data: de 28 a 30 de maio.
Horário: segunda, das 9h às 20h; terça, a partir das 8h30 às 19h30; quarta, das 9h às 12h30 (confira programação de palestras e debates no site).
Local: Word Trade Center São Paulo.
End.: Avenida das Nações Unidas, 12.551 -  Brooklin Novo.
Preço: de R$1.900 a R$3.680 (inscrições encerradas).
www.vcongresso.com.br


terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Internacionalização do mundo

Não sei se de fato as palavras abaixo são do senador Cristovam Buarque, como afirmam na Internet. Mas vale a pena ler. O texto é muito inteligente.


- Internacionalização da Amazônia -


Durante debate ocorrido no mês de Novembro/2000, em uma Universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do Distrito Federal, Cristovam Buarque (PT), foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Segundo Cristovam, foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para a sua resposta:


"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo e risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade. Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado.

Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveriam pertencer ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa."

(*) Cristovam Buarque foi governador do Distrito Federal (PT) e reitor da Universidade de Brasília (UnB), nos anos 90. É palestrante e humanista respeitado mundialmente.


quinta-feira, 23 de julho de 2009

Intercâmbio



Mais perto do exterior

Escolas e agências de viagens ajudam o desejo
de fazer intercâmbio virar realidade

Por Márcia Vilas Boas

Cada vez mais pessoas, especialmente de jovens, optam por estudar idiomas no exterior. A prática possibilita aprender a língua e ainda vivenciar a cultura e o dia a dia de um país que fale o idioma escolhido. Além disso, o contato direto com pessoas de outras nacionalidades torna a aprendizagem muito mais natural. Quem pretende seguir esse caminho pode contar com a experiência de agências especializadas, como a CI (Central de Intercâmbio) e a STB (Studant Travel Bureau), além de centros de idiomas, como Berlitz e Alumni.

A CI já embarcou mais de meio milhão de pessoas ao redor do mundo e oferece um leque de serviços voltados a quem pretende estudar em outro país, com cursos de idiomas em mais de 100 destinos; High School em 12 países; estágios e trabalhos remunerados; mochilão na Europa, entre outras. Já a STB (Studant Travel Bureau) tem opções para quem busca desde o aprendizado de um novo idioma até cursos combinados com esportes ou interesses específicos, cursos preparatórios para exames e cursos para executivos e jovens profissionais. São diversas opções de cursos nos idiomas: inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, japonês, russo e mandarim, em 17 países.

A Alumni é um centro oficial para consultoria de assuntos de estudo nos Estados Unidos, da Comissão Fullbright e do Consulado Americano em São Paulo. Orienta sobre as escolas mais adequadas nos EUA, seus programas acadêmicos, processos de admissão e requisição de visto. Já o Centro de Idiomas Berlitz oferece o BSA – Berlitz Study Abroad, uma espécie de imersão profunda no idioma. Os alunos podem escolher estudar durante meio período ou período integral e ficar hospedado em casa de família, apartamento ou hotel.


Experiência

A ideia de aperfeiçoar o idioma levou a estudante Karla Vilas Boas Machado, de 22 anos, a largar o trabalho e a família no Brasil e seguir rumo à Austrália. Há seis meses vivendo em Sydney, ela é aluna do Milton College e se prepara para prestar o International English Language Testing System (Ielts), no Cambridge College International. “Estudar no exterior é uma experiência maravilhosa e uma babagem ímpar para o currículo de qualquer pessoa. No começo foi um pouco difícil, principalmente no tocante à moradia e aos costumes. Por outro lado, a organização na Austrália é excelente, com destaque para o transporte público e a segurança. Tudo isso tem permitido um excelente aprendizado da língua e outras experiências positivas que serão fundamentais no meu regresso ao Brasil”, destaca.


Pós-Graduação. Qual a melhor?


A caminho do sucesso profissional

Cursos de especialização são ideais para quem busca aperfeiçoamento e ascensão na carreira.
São mais de 8.800 disponíveis no Brasil.


Por Márcia Vilas Boas

É certo que alguém que pretenda subir na carreira deve sempre investir em educação. É que o perfil do mercado de trabalho mudou muito nas últimas décadas. Hoje, não basta ao indivíduo ter só a formação acadêmica, é necessário acrescentar a ela diferenciais como um bom curso de pós-graduação e de idiomas.

Também conhecido como especialização, os cursos de pós-graduação lato sensu estão entre os mais procurados por quem deseja dar continuidade aos estudos e aprofundar conhecimentos em uma determinada área. Com duração de um a dois anos, são oferecidos por instituições de ensino ou por organizações profissionais ou corporativas. Em qualquer uma é necessário apresentar diploma de graduação reconhecido pelo MEC. O processo seletivo inclui entrevista e apresentação de currículo. Algumas instituições adotam ainda que medem o conhecimento que o candidato tem de sua área de atuação e sua maturidade profissional.

Formada em Comunicação Social há cinco anos, a jornalista Carina Eguia Ceschini é aluna atualmente do curso de Comunicação Corporativa da Universidade Anhembi Morumbi. “Escolhi esta pós porque tem um perfil bastante dinâmico e mercadológico, relacionando a prática com as teorias dos principais pensadores da comunicação e filósofos modernos. Além disso, estou convencida de que o curso ajudará a impulsionar minha carreira, principalmente porque trata de problemáticas atuais do setor da comunicação, como o crescimento das redes sociais e dos blogs, como resultado da democratização da internet”, destaca.

A exemplo da jornalista, milhares de estudantes ingressam todos os anos nos mais de 8.800 cursos de lato sensu existentes no País. Contudo, especialistas recomendam que haja cuidado na hora da escolha. Ter certeza do que se pretende, assim como da credibilidade da instituição escolhida são fundamentais para um bom aproveitamento e, consequentemente, para o sucesso.

Para falar um pouco sobre essas escolhas e também sobre as carreiras mais promissoras, a Folha ouviu o especialista Constantino Cavalheiro, diretor da Catho Educação Executiva.

A escolha

FSP - Quais as carreiras em destaque no Brasil no momento?

Cavalheiro - Carreiras de tecnologia de informação e inovação e carreiras nas áreas comerciais. Estão em ascensão aquelas relacionadas com o meio ambiente, sustentabilidade e energia; relacionadas com qualidade de vida, como saúde, turismo, entretenimento e planejamento financeiro; relacionadas com desenvolvimento de carreira, educação continuada e aconselhamento, e carreiras na área de marketing digital.

FSP - Qual a importância da educação continuada na formação profissional de um indivíduo?

Cavalheiro - Investir no capital intelectual sempre é um grande diferencial. Cursos de idiomas e pós-graduação são ótimas alternativas para quem já está com o diploma universitário nas mãos e deseja subir mais degraus na carreira. No entanto, o profissional não deve se limitar apenas a obtenção de um certificado, mas sim a tudo que uma determinada especialização poderá acarretar na sua carreira. Deve ser considerado, entre outros aspectos, qual resultado ele conseguirá trazer para sua empresa a partir dos conhecimentos obtidos. Na prática, ter diferenciais significa oferecer ao mercado de trabalho competências e habilidades normalmente escassas e que irão somar de maneira significativa para o crescimento das empresas.

FSP - Como escolher um curso que se alinhe melhor às necessidades do mercado?

Cavalheiro - Fazer uma boa pesquisa sobre a profissão que se pretende seguir e suas tendências; verificar se está de acordo com suas aptidões e refletir até que ponto aquele trabalho lhe trará satisfação e realização. Feito isso, deve-se verificar quais instituições oferecem esses cursos e escolher uma com reconhecimento. Independentemente da área escolhida, uma boa faculdade sempre ajudará no início da carreira. Um bom caminho é analisar rankings publicados por revistas e jornais reconhecidos; visitar o site do MEC, que apresenta classificações de faculdades; pesquisar um pouco do mercado com empregadores conhecidos; atentar aos meios de comunicação: são abordados especialistas de faculdades que têm boa aceitação social; buscar dicas com parentes e amigos mais experientes, que podem mostrar alternativas. Todos esses pontos são importantes não devendo confiar em apenas um isoladamente. O conjunto de todos esses dados ajudará chegar a uma conclusão. Além de pesquisar estes aspectos, deve ter atenção ao programa da faculdade e ao corpo docente, para ver se condiz com suas expectativas.

FSP – Uma tendência crescente são os MBAs. Qual o momento ideal para cursar um?

Cavalheiro - Sempre é bom investir em educação continuada e não há uma idade exata para realizar um MBA. No entanto, é importante que o candidato já possua alguns anos experiência profissional para que obtenha um melhor aproveitamento neste programa. Como um MBA geralmente requer um investimento maior, é importante que a pessoa pesquise o programa mais indicado para seu projeto de carreira.


A importância da Educação Continuada


Eu fiz algumas matérias interessantes sobre Educação para a Folha de S. Paulo, e vou postar algumas aqui. Segue abaixo a primeira, sobre a importância da educação continuada:


No caminho da ascensão profissional

Educação representa incremento de renda
e brasileiros já têm 11 mil opções de cursos de pós-graduação


Por Márcia Vilas Boas

Num mercado cada vez mais globalizado, a necessidade de continuar investindo em educação, mesmo depois de concluir o ensino superior, está
em alta. Além de garantir a manutenção do nível de empregabilidade e permitir carreiras mais bem estruturadas e duradouras, a educação também representa melhores salários. A pesquisa "Você no Mercado de Trabalho", realizada em 2008 pela FGV, mostrou que para cada ano de estudo há, em média, um aumento de 15% nos rendimentos do trabalhador brasileiro. O salário médio de uma pessoa analfabeta, na época da pesquisa, estava em R$ 401, enquanto para aqueles que possuíam pós-graduação o valor era de R$ 5.027.

Os dados mostram ainda que a taxa de retorno, ou seja, os ganhos obtidos para cada ano investido na escola, caiu 16% em relação a 2003 no Brasil, mas ainda é bastante alta no País, quando comparada aos padrões internacionais. De zero para quatro anos de estudo, o salário cresce 11,64% para cada ano estudado, mas quando a escolaridade passa de 14 para 18 anos, o salário aumenta 35,65% por ano de estudo, por isso a taxa de retorno apresenta rendimentos crescentes.

Por outro lado, o estudo também apontou que a educação perdeu um pouco a capacidade de determinar o salário, apesar de ainda ser o fator mais importante para a composição dos rendimentos. O fato é que em locais como Sul e Sudeste, com maior índice de pessoas com melhor nível educacional, ela pesa menos. No Nordeste a taxa de retorno é de 17% e de 12% no Sul, respectivamente as regiões com o menor e maior índice de educação.

Pós

A equação que mostra que educação resulta em melhores salários e chances profissionais está traduzida, também, no crescimento de oferta e procura por cursos de pós-graduação no Brasil. Dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) mostram que os programas de stricto sensu – Mestrados Acadêmico e Profissional, e Doutorado– tiveram um incremento de 6,5% em 2008, somando 2.568, ante 2.410 em 2007.

O levantamento também aponta aumento de 6,3% no número de matrículas no exercício em questão, perfazendo 141.376 (em 2007 o número era de 132.979). Desse total, 84.260 foram para programas de Mestrado, 49.280 para Doutorado e 7.836 para Profissionalizante. A área de Ciências Humanas foi a que concentrou maior número de alunos, com 17,3%, seguida de Engenharias, com 15,0%, Saúde, com 13,8%, e Ciências Sociais e Aplicadas, com 13,2%. Quanto aos programas de lato sensu, conforme dados do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC), somavam 8.866 em 2006, ano do último levantamento. Este tipo de modalidade engloba, além dos cursos de especialização, também os MBAs (Master Business Administration).

Porém, escolher qual de pós-graduação seguir pode não ser uma tarefa simples. A decisão certa depende do objetivo profissional e do perfil pessoal de cada um. “Cada profissão exige um tipo de pós. Primeiro é preciso saber o que se quer da vida. Se o objetivo é melhorar o desempenho profissional, o ideal é fazer um curso de especialização. Os MBAs são ótimos para as pessoas que almejam cargos de liderança. Hoje existem muitas opções desses programas no Brasil, em especial na área de Administração de Empresas. Já os mestrados e doutorados são mais indicados para quem deseja seguir carreira acadêmica ", explica Clovis Bueno de Azevedo, doutor em Ciências Políticas e professor do Departamento de Gestão Pública da Fundação Getúlio Vargas.